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domingo, 7 de setembro de 2025

Palavras do Treinador de Futebol Feminino Ivanaldo Cruz: “Peço aos gestores e ao Secretário de Esportes de Ceará Mirim que olhem mais o Futebol Feminino e dê um pouco de atenção. Não falo só pela minha comunidade que se chama Muriú, mas por todas que fazem parte do Ceará Mirim”

Ivanaldo Pereira da Cruz, 30 anos, solteiro, natural de Muriú - Ceará-Mirim/RN. Em entrevista ao Jornal Clarim Natal/RN ele fala sobre os pré-requisitos para ser um treinador, bem como o maior desafio enfrentado por um treinador de Futebol Feminino.

Entre os diversos assuntos voltados para o Futebol Feminino descreve um pouco da sua rotina nesta área como treinador.

Confira a entrevista da atacante na íntegra:

JORNAL CLARIM NATAL/RN - Nome completo IVANALDO DA CRUZ – Ivanaldo Pereira da Cruz

JORNAL CLARIM NATAL/RN – Como surgiu a ideia de ser treinador de Futebol?

IVANALDO DA CRUZ - A ideia de ser treinador de futebol surgiu em um jogo que fui como torcedor da equipe das Guerreiras e vi muita dificuldade de algumas meninas em quadra, daí surgiu o convite por parte da Gisele para ajudá-la a desenvolver mais a equipe e as atletas

JCN - Qual é a principal virtude que um treinador deve ter?

IVANALDO DA CRUZ - A principal virtude que um treinador de futebol deve ter é a liderança. Um bom treinador precisa inspirar muita confiança em sua equipe. É um passo fundamental para ter uma boa equipe dentro dos gramados 

JCN – Você tem alguém por referência como treinador?

IVANALDO DA CRUZ - Sempre temos, mas procuro ser sempre minha própria referência com minhas ideias 

JCN – Qual ou quais os pré-requisitos para ser um treinador?

IVANALDO DA CRUZ - Para se tornar um treinador de futebol é preciso ter uma boa combinação de formação educacional, uma boa experiência e estar sempre praticando o que mais gosta. Assim, cada vez mais vai adquirindo mais ainda experiência durante a jornada que não é fácil 

 JCN – Qual o maior desafio enfrentado por um treinador de Futebol Feminino?

IVANALDO DA CRUZ - Com certeza a falta de apoio sem investimentos fica muito difícil fazer acontecer. O futebol feminino tem muita dificuldade nessa parte, é preciso a gente ralar muito no dia a dia, mas com muita batalha a gente consegue levar a diante 




JCN – Como é sua rotina durante os treinos?

IVANALDO DA CRUZ - Nossa rotina durante os treinos é bem corrida, mas é gratificante. Nós, eu e a Gisele sempre procuramos fazer o que há de melhor para nossa equipe, sempre subir de nível passando boas energias e um bom treinamento. 

JCN – Em sua opinião, o desenvolvimento do futebol feminino no Brasil continua atrasado, sofre preconceitos? Como?

IVANALDO DA CRUZ - Sim, o Futebol Feminino precisa de mais apoio. Nosso Nordeste tem muitas meninas boas, não só aqui, mas no Brasil todo. Porém, infelizmente tem seu lado preconceituoso, por isso a dificuldade. Acredito assim.


JCN – O Futebol é um esporte ainda predominado geralmente por homens. Você acredita que o futebol feminino ainda é um esporte masculino, carregado por desigualdades e preconceitos?

IVANALDO DA CRUZ - Sim, o Futebol Masculino domina, tem mais apoio.  O Futebol Feminino sempre é deixado de lado, é muito desigual. O preconceito sempre teve e tá difícil de acabar, mas vamos lutar e mostrar que o Futebol Feminino também tem seu espaço e precisa ser respeitado.


JCN – Em sua opinião, como o Futebol Feminino é visto pelos torcedores?

IVANALDO DA CRUZ - Não vou falar por todos, até porque a gente vê muitos torcendo a favor do Futebol Feminino, mas boa parte acha que o futebol não foi feito para mulher, mas eu digo que estão completamente errados 

JCN – Deixe uma mensagem

IVANALDO DA CRUZ - Gostaria muito que o Futebol Feminino na minha comunidade e região fosse visto com bons olhos. Ele precisa de mais investimento nessa modalidade, até porque tem muitas equipes femininas nessas regiões próximas. Então, peço aos gestores e ao Secretário de Esportes de Ceará Mirim que olhem mais o Futebol Feminino e dê um pouco de atenção.  Não falo só pela minha comunidade que se chama Muriú, mas por todas que fazem parte do Ceará Mirim

 

 

 

 

quarta-feira, 3 de setembro de 2025

Conheça um pouco do Batalhão de Polícia de Choque do Estado do Rio Grande do Norte

 


Em entrevista ao Clarim Natal/RN o Tenente Coronel PM Michel Alvarenga Santos, atual comandante do Batalhão de Polícia de Choque do Rio Grande do Norte fala um pouco sobre a instituição.

Confira a entrevista na íntegra.

 O Batalhão de Polícia de Choque do Estado do Rio Grande do Norte foi criado em 2010, uma vez que a Polícia Militar do RN já exerce o policiamento de choque desde 1981, quando houve a criação do Pelotão de Atividades Especiais, com policiais treinados de maneira diferenciada com o objetivo de desenvolver atividades de policiamento ostensivo de caráter especial.

Desde então, o policiamento de choque foi se aperfeiçoando e modernizando, transformando-se em Companhia de Polícia de Choque, em 1986, e no atual Batalhão de Polícia de Choque, em 2010.

JORNAL CLARIM NATAL/RN – Nome e função no BPChoque/RN?

CORONEL ALVARENGA - Michel Alvarenga Santos. Atualmente exerço a função de Comandante do Batalhão de Choque do Estado do Rio Grande do Norte.

JCN - Como é comandar o Batalhão de Choque, uma das unidades considerada como uma das principais da PM/RN?

CORONEL ALVARENGA - Como já tivemos a experiência de passarmos pelo Batalhão de Choque, nós passamos pela Companhia de Patamo, assumimos duas vezes o comando do Batalhão de Choque, então cada função que a gente exerce, naturalmente é uma responsabilidade, é um trabalho diferente.

E a gente trabalha não só de acordo com as normas vigentes, com a legislação em vigor, mas também muitas vezes atuamos e trabalhamos de acordo com o entendimento dos nossos comandantes. E isso contribui muito para o nosso aprendizado porque no momento em que nós temos uma forma de trabalho diferenciada, com perspectivas diferentes, alguns são mais centralizadores, outros são mais descentralizadores, alguns nos dão mais autonomia, outros querem que a gente trabalhe mais de forma reativa. Então, independente de qualquer que seja a forma de trabalho do comandante, certamente é um aprendizado, é uma experiência nova. E não só isso, as experiências variam também a depender da função que a gente exerce.

O Batalhão de Choque tem funções e responsabilidades específicas, possui competências diferenciáveis porque é um Batalhão especializado. Então, trabalha não só com base na lei, mas também trabalha com base na doutrina que é estabelecida para cada atividade do Batalhão.

Então, a doutrina de policiamento de choque, a doutrina de patrulhamento tático móvel, a doutrina que é realizada no canil, com os cães, a forma de atuação, que é uma forma diferenciada, o policiamento em praça desportiva que o Batalhão já conseguiu atingir um patamar de excelência por causa dos vários jogos e vários anos que veio trabalhando desde a Copa das Confederações e a Copa do Mundo. Então, foram conquistas da unidade e conquistas realizados através do trabalho, onde foi ganhando expertise e know-how, ao ponto de conseguir fazer um jogo a cada dia, garantindo a segurança de todos os torcedores e expectadores que estiverem no local, na arena, seja na Arena das Dunas, no Frasqueirão e por vez também em ginasios poliesportivas, quando o jogo de futebol de salão é rigoroso, que envolve risco, aí o Batalhão de Choque se faz presente.

 

JCN - O senhor já comandou o 4° Batalhão de Polícia na Zona Norte de Natal. Agora está à frente do Batalhão de Choque. Qual a diferença?

CORONEL ALVARENGA - Nós tivemos a oportunidade de trabalhar no 4° Batalhão, foi uma experiência muito rica, muito positiva, com militares disciplinados, aguerridos que tem a mentalidade e pensamento voltado para o trabalho, para os resultados. Então, foi uma experiência muito positiva. Só que o Batalhão de área, como a gente chama, um Batalhão ordinário, à exemplo do 1° Batalhão, do 4°, do 5°, do 9°, que são batalhões que compõem o comando de policiamento da capital, possui uma atividade muito mais dinâmica porque as viaturas estão diretamente ligadas à central, ao Copom. E as viaturas do Choque elas cadastram no Copom, mas elas não atendem à ocorrência imediatamente. Elas são viaturas que apoiam as outras e fazem o patrulhamento e que são empregadas em operações específicas para o patrulhamento tático móvel.

A gente recebe uma ordem do CPC ou do comandante geral ou de alguém que esteja ali diretamente ali, necessitando do apoio do Batalhão de Choque porque não atua somente no Comando de Polícia da capital. Aí é dado esse apoio, suporte.

Então, o Batalhão de Choque atua em várias áreas, principalmente na capital e região metropolitana.

Então, a diferença está no trabalho ordinário, que é feito pelo Batalhão de área e no trabalho especializado que é feito pela unidade especializada, que é o Batalhão de Choque.

 

JCN - Qual o papel do Batalhão de Choque da Polícia Militar do Rio Grande do Norte para a população?

CORONEL ALVARENGA - O papel do Batalhão de Choque hoje, ele realiza diversas atividades específicas, mas aquela que tem o contato mais ativo com o público, que é o policiamento em praça desportiva e o patrulhamento tático móvel, mas não de atendimento direto de ocorrência, mas de acompanhamento das ocorrências que podem se tornar mais graves e com a participação do efetivo do Batalhão de Choque.

Então, o contato com a população se dá principalmente através do atendimento de algumas ocorrências específicas, extraordinárias ou então quando a unidade da Patamo ou do Choque se depara com algum solicitante e também no futebol. Nosso contato com o público é muito intenso nas partidas, nós espetáculos públicos, do Campeonato Brasileiro, Campeonato Estadual, de diversos campeonatos, no qual o Batalhão de Choque faz policiamento.

JCN - BPChoque é especializado para atuar em eventos que envolvam multidões, como funciona o seu trabalho nos estádios de futebol?

CORONEL ALVARENGA - Exatamente, tivemos recentemente um curso de policiamento em eventos, onde nós somos capacitados para a realização do policiamento em eventos, praças desportivas, em lugares que não só requeiram a presença do policiamento de choque, mas também de outras unidades porque o trabalho muitas vezes é em conjunto, mas quando se refere a evento, o trabalho do Batalhão de Choque ele é realizado principalmente na praça desportiva, nas arenas e nos campos de futebol, uma doutrina especializada com conhecimento do local, com vários diferenciais que favorecem a garantia da segurança e um bom policiamento.

Então, o Batalhão de Choque hoje é um Batalhão que é referência não só no Estado do Rio Grande do Norte, mas em vários outros estados. E a gente tem sempre a oportunidade de permutar conhecimento, de estudar o funcionamento de outros Batalhões de Choque em outros estados.

Desta forma, procurar adotar uma postura que seja interessante para todos nós. Lembrando também que o Batalhão de Choque tem um grande diferencial que é a Unidade Especializada do Canil, onde nós realizamos atividades recreativas, lúdicas, trabalhos específicos de faro e também de guarda em algumas situações. Um trabalho muito importante, onde nós atuamos com outras instituições e que engrandece muito, não só o nome da Polícia Militar, mas também do Batalhão de Choque.

 

 

 

Entrevista exclusiva com o Comandante do 4º Batalhão de Polícia Militar do RN, Major Trindade

O Jornal Clarim Natal/RN teve a honra de conversar com o Major QOPM Trindade, atual comandante do 4° Batalhão de Polícia Militar do Rio Grande do Norte. Durante a entrevista, o comandante falou sobre o 4° Batalhão, localizado na Rua Bariri, s/n, Conjunto Gramoré, Bairro Lagoa Azul, Natal/RN.

Confira a entrevista na íntegra.

JORNAL CLARIM NATAL/RN - Qual a sua opinião ao chegar a um Batalhão que cobre uma das áreas da cidade que mais cresce, a região da Zona Norte de Natal?

MAJOR TRINDADE - Apesar de ter assumido recentemente o comando do 4º BPM, minha trajetória com o batalhão e com a Zona Norte de Natal não começou agora. Atuei por muitos anos nesta unidade, desde o período em que era tenente. Conheço bem a realidade da área, a dedicação do nosso efetivo e acompanhei de perto as profundas transformações pelas quais a região passou.

A Zona Norte é hoje uma das regiões mais dinâmicas da capital potiguar, com crescimento urbano, comercial e populacional notável. Trata-se da área mais populosa de Natal, com grande importância estratégica e social. Assumir o comando do batalhão responsável por essa região é motivo de orgulho e também de um compromisso renovado com a segurança pública e com os cidadãos de bem.

Nossa missão é garantir que o crescimento da Zona Norte esteja acompanhado de segurança, ordem e paz social. O 4º BPM sempre foi conhecido por ser muito atuante, por combater a criminalidade e de prevenir crimes com afinco. E continuarei comandando para que esse legado persista. Para isso, vamos continuar trabalhando com responsabilidade e planejamento.

 

JORNAL CLARIM NATAL/RN - Em relação à infraestrutura do 4º BPM, como o senhor avalia o efetivo e a quantidade de viaturas?

MAJOR TRINDADE - Temos atuado com responsabilidade e foco, buscando sempre otimizar os recursos disponíveis. É fato que enfrentamos limitações, especialmente no que diz respeito a quantidade de efetivo, mas também é preciso reconhecer que, nos últimos anos, foram retomados os concursos e reforçou os quadros da PM, algo que esteve ausente por muito tempo.

Mesmo diante dos desafios, nosso efetivo tem mostrado um comprometimento exemplar. Os policiais do 4º BPM atuam com dedicação e senso de missão, garantindo uma presença constante nas ruas, com patrulhamentos, abordagens e ações preventivas. 

Os resultados são claros: aumento das apreensões, número expressivo de prisões e redução de diversos tipos de crimes.

JCN - Quais são suas metas e prioridades à frente do 4º Batalhão?

MAJOR TRINDADE - A prioridade central é a proteção da vida e do patrimônio da população. Segurança e paz social caminham juntas, e é nesse sentido que estamos intensificando ações em toda a região da Zona Norte.

Estamos realizando operações integradas, com barreiras e reforço no patrulhamento desde as primeiras horas da manhã, quando os trabalhadores saem de casa, até a noite, especialmente em áreas comerciais, avenidas de grande fluxo e bairros mais sensíveis. Além disso, mantemos a patrulha constante e visível em toda a área sob nossa responsabilidade.

Importante destacar que, por meio do Comando de Policiamento da Capital, que tem coordenado essas ações, temos ampliado a dinâmica de atuação policial, com operações mais estratégicas e coordenadas. Esse esforço conjunto está produzindo resultados positivos e fortalecendo a segurança no território.

Nosso objetivo é seguir esse caminho, com inteligência, presença nas ruas, apoio comunitário e, principalmente, respeito ao cidadão.

JCN - Qual a importância da aproximação do 4º BPM com as comunidades locais?

MAJOR TRINDADE - A aproximação com a comunidade é um pilar essencial da nossa estratégia de segurança pública. Estar presente nos bairros vai além da atuação ostensiva: é também escutar, dialogar e compreender de perto os anseios dos moradores.

Essa proximidade gera confiança, fortalece os laços e melhora a efetividade das ações. Temos valorizado muito esse contato com as lideranças comunitárias, igrejas, comerciantes e moradores em geral. Recente, provoquei uma reunião com todas as lideranças comunitárias da zona norte. A participação da sociedade é indispensável para o êxito do nosso trabalho.

Acreditamos que a segurança se constroi com responsabilidade, presença e, sobretudo, com parcerias. E o 4º BPM está cada vez mais presente, acessível e comprometido com essa construção coletiva.

JCN - Qual a sua expectativa para o segundo semestre de 2025?

MAJOR TRINDADE - Nossa meta é manter a ordem pública e intensificar ainda mais a redução dos índices de criminalidade. No primeiro semestre deste ano, já conseguimos uma importante conquista: a redução de 33% nos crimes contra o patrimônio, especialmente nos registros de roubo, quando comparamos com o mesmo período de 2024.

Essa redução é fruto de um trabalho conjunto com o comando, da tropa e do apoio da população. O planejamento para o segundo semestre prevê a continuidade de ações estratégicas, reforço no patrulhamento, uso de tecnologia e aproximação ainda maior com as comunidades.

Estamos otimistas e determinados. A Zona Norte merece segurança de qualidade e continuará sendo prioridade absoluta no nosso plano de ação.

 





 

 

 





 

 

 

 

 

 


segunda-feira, 17 de março de 2025

Conselheira Tutelar Célia Ramos recebe certificado de atuação e fala sobre o trabalho voltado para crianças e adolescentes

O Jornal Clarim Natal/RN entrevista nesta edição de fevereiro a Conselheira Tutelar Célia Ramos que vem desempenhando um papel fundamental no cuidado pelo cumprimento dos direitos garantidos a crianças e adolescentes.

Uma homenagem em reconhecimento à esta atividade, onde muitas vezes enfrenta a negligência, exploração sexual, violência física, psicológica, chegando até a aplicação de medidas de proteção a fim de evitar estas e outras violações a crianças e adolescentes.

Confira a entrevista na íntegra.

Célia Ramos, casada, natural de Ipanguaçu/RN, possui Superior completo e Professora com licenciatura em Pedagogia, pós-graduada em gestão escolar.

 

JORNAL CLARIM NATAL/RN - O Conselho Tutelar foi criado através da Lei 8.069\1990 Estatuto da criança e do adolescente. Explique em poucas palavras como é o trabalho dos/as Conselheiros/as Tutelares? Explique em poucas palavras como é o trabalho dos/as Conselheiros/as Tutelares?

CÉLIA RAMOS -.São atribuições do Conselheiro Tutelar conforme o ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente), atender crianças e adolescentes com direitos violados ou ameaçados, requisitar serviços da rede de proteção, buscando dar resolutividade às demandas encaminhadas a instituição.

 

JORNAL CLARIM NATAL/RN - Qual a duração dos mandatos dos/as Conselheiros?

O mandato do Conselheiro Tutelar é de quatro anos, com direito a ser reconduzido as vezes que quiser, desde que cumpra as etapas estabelecidas por lei.

CÉLIA RAMOS - 

O mandato do Conselheiro Tutelar é de quatro anos, com direito a ser reconduzido as vezes que quiser, desde que cumpra as etapas estabelecidas por lei.


JCN - Quais os critérios para ser um/a Conselheiro/a?

CÉLIA RAMOS - São três critérios exigidos para ser Conselheiro Tutelar: 1) reconhecida idoneidade morar; 2) idade superior a 21 anos; 3) residir no município

 

JCN - Há quanto tempo você é conselheira?

CÉLIA RAMOS - Estou Conselheira Tutelar para o mandato vigente.

 

JCN - O que a levou a trabalhar com crianças e adolescentes?

CÉLIA RAMOS - Por ter trabalhado muito tempo com a educação e ter presenciado inúmeras violações contra crianças/adolescentes e entender que na função de Conselheira Tutelar poderia ser uma defensora e zelar pelos direitos deste segmento.

JCN - O que mais destaca na sua trajetória?

CÉLIA RAMOS - Como bem falei, por estar inserida no segmento da educação tenho participado de reunião em escolas, procurando fortalecer os vínculos escola x conselho na busca de melhor interação família, escola e Conselho Tutelar para solucionar possíveis problemas intraescolar.

 

JCN - Como é a relação entre a escola e o Conselho Tutelar? Existe uma aproximação entre estas instituições?

CÉLIA RAMOS - Sim, temos uma boa relação, haja vista que precisamos ser parceiros para melhor encaminharmos as demandas existentes nos estabelecimentos de ensino.

 

JCN - Em que casos um Conselho Tutelar pode acompanhar e acolher uma criança?

CÉLIA RAMOS - O Conselho Tutelar pode acompanhar todos os casos que crianças/adolescente tenham seus direitos violados, e caso haja a necessidade de ser acolhida, diga-se de passagem que esta é a última medida tomada pelo conselho, que  faz o pedido ao Poder Judiciário, que só o mesmo pode autorizar ou não a institucionalização

 

JCN - O Conselho Tutelar pode tirar a guarda de uma criança? 

CÉLIA RAMOS - Não cabe ao Conselho Tutelar tirar guarda, pois está é atribuição do Poder Judiciário.

 

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2022

No Ritmo das Bandas Marciais

 



O Jornal Clarim Natal vem realizando entrevistas com maestros e maestrinas de Bandas Marciais, Fanfarras e Orquestras.

Você irá conhecer as diversas Bandas, como espaços de inclusão social e aprendizagem da juventude, tanto musical quanto cidadã, seus regentes, e desafios.

Confira a 4ª entrevista com a Maestrina Alcilene Costa de Lima da Banda Marcial Alzelina de Sena Valença, Parnamirim/RN

 



Alcilene Costa de Lima, 22 anos, nasceu em Natal/RN, solteira. Além de regente da Banda Marcial Alzelina de Sena Valença de Parnamirim há 3 anos, é instrutora de Laboratório em uma escola de cursos profissionalizantes no turno da manhã e auxiliar de sala de aula em uma Escola Municipal de Natal no turno da tarde. 

 

JORNAL CLARIM NATAL - Há quanto tempo você é maestrina/regente da Banda Alzelina de Sena Valença?

ALCILENE - Em 2017, tive uma oportunidade em uma Banda Marcial mais conhecida da cidade de Parnamirim para reger em um desfile. E há 3 anos iniciei a regência desta banda a qual estou hoje, no caso, desde 2018.

 

JCN - Como chegou a ser maestrina?

ALCILENE - No 4° ano (2009) do meu Ensino Fundamental, eu dei início a minha paixão, tocando um instrumento chamado Bumbo, e até o ano de 2017 eu toquei quase todos os instrumentos possíveis. Já em 2018 eu fui pega de surpresa e me pus a frente de uma Banda Marcial. 

 

JCN - Qual a importância de uma mulher estar à frente de uma Banda Marcial como Maestrina?

ALCILENE - Por muito tempo, nas diversas vezes que ouvimos falar em sete de setembro vem à cabeça aquela predominância de uma enorme presença masculina, dominando ou sempre a frente de uma multidão. Atualmente ver uma figura feminina dominar e coordenar uma Banda nas ruas, dominar instrumentos e composições é poder afirmar que as mulheres  sempre tiveram seu próprio espaço, suas próprias conquistas e saber dominar todo esse mundo complexo de uma Banda Marcial é uma grande missão. E eu como mulher, prezo por mostrar que assim como eu outras figuras femininas podem mostrar sua  essência, seu talento à frente de uma Banda que atualmente traz um símbolo tão importante para uma data representativa para o Brasil.  É um orgulho mostrar talentos e ver que ainda existem muitos tabus que precisam ser derrubados em relação a figura feminina. Hoje me sinto grata em ser um símbolo, um exemplo para tantas outras pessoas, pelo simples fato de acreditar no potencial da figura feminina. 


JCN - A Banda Alzelina de Sena Valença é composta por quantos membros?

ALCILENE - No ano de 2018, a Banda era composta por 25 membros, pois eu havia acabado de chegar na regência, faltando apenas 3 meses para as apresentações. Atualmente temos 56 membros, junto com corpo coreógrafo. 

 

JCN - Qual é a sua grande vitória como regente?

ALCILENE - A minha maior vitória é ver o entusiasmo, o querer aprender, a curiosidade em aprender a tocar um instrumento que os jovens e adolescentes têm ao ter o privilégio de participar de uma Banda como a Banda Marcial. Ver a conquista de todos os componentes da Banda em sair do zero e chegar no topo, sabendo dominar aquele instrumento, é algo muito satisfatório. Hoje meu maior orgulho é poder compartilhar o meu conhecimento com  eles e sendo assim, juntos podemos mostrar que pequenos detalhes fazem grandes diferenças. 

 

JCN - As Bandas Marciais e Bandas de Música são espaços de inclusão social? Por quê? 

ALCILENE - Sim. Eu credito que a música em si seja um instrumento de inclusão, e com as bandas, se torna não só um passa tempo, como também ocupa a mente e o tempo livre dos jovens, mostrando um caminho a ser seguido. 

 



 

JCN - Na realidade, qual o papel social das Bandas, Fanfarras e Orquestras?

ALCILENE - Como falei anteriormente, diante uma grande arma de inclusão, estão trazendo jovens para serem acolhidos e tornando-os profissionalizantes da música. 

 

JCN - Qual a atual situação das Bandas Marciais, de Música, Fanfarras e Filarmônicas com relação ao apoio do poder público?

ALCILENE - Certamente podemos notar que em alguns municípios o apoio se torna maior do que em alguns outros. Dessa forma é apenas seguir com o nosso trabalho para que sejamos capazes de dar continuidade em todos os respectivos anos. 

JCN - A sua Banda recebe incentivo do poder público? 

ALCILENE - Recebemos um pequeno apoio da Câmara dos vereadores de Parnamirim, mas, não é contínuo, é esporádico. 

 

JCN - A Banda é filiada a alguma Associação ou Federação?  Qual? 

ALCILENE - Não somos filiadas a nenhuma Associação

 

JCN - A Banda recebe algum apoio financeiro ou outro tipo de colaboração?

ALCILENE - Recebemos um pequeno apoio financeiro da escola, a qual fazemos parte e também não é contínuo. Muitas vezes tirando do próprio bolso. 

 

JCN - Quais os principais desafios para colocar uma Banda na rua, através de desfiles cívicos? 

ALCILENE - Nossa Banda é composta por 90% de alunos menores de idade, então a maior dificuldade é de levarmos eles nesse mundo, o qual está muito perigoso. Os pais muitas vezes querem ir junto, mas nem sempre têm lugar no ônibus sobrando. Entre outras dificuldades, também está a escassez de "ajuda" anual para todas as bandas, onde necessitamos de materiais para o nosso trabalho, como (peles, baquetas e talabarts). 

 

JCN - Diversas Bandas Marciais, de Música e Fanfarras se acabaram, afetando diretamente a cultura e a área musical. Em sua opinião, o que fazer para resgatá-las?

ALCILENE - Em nossa cidade, Parnamirim, havia projetos antigamente para a junção de todas as Bandas Marciais, Fanfarras e Filarmônicas de Parnamirim e cidades convidadas. Acredito que novos projetos, novos eventos como concursos levando a premiações, haverá uma volta 100% de todas as bandas. 

 

JCN - Qual mensagem você deixaria para o poder público? 

ALCILENE - Não aceitaremos mais esse descaso sobre nós, precisamos de confiança, apoio e respeito. Só levam em conta o 7 de setembro, e somos bem mais do que apenas isso. 

 

JCN - Qual mensagem você deixaria para os amantes das Bandas Marciais, de Música?

ALCILENE - Nós, amantes da cultura musical, somos excepcionalmente incríveis. Além de não sermos levados em consideração diversas vezes, não desanimem. Cada um de nós somos capazes de construir e reconstruir tudo o que amamos.

terça-feira, 17 de agosto de 2021

VOCÊ FAZ A DIFERENÇA


 
O Jornal Clarim Natal dá continuidade nesta edição à série de homenagens a personalidades que fazem a diferença, contribuindo com seu profissionalismo e mudando a qualidade de vida das pessoas.

Muitas vezes, mesmo com falta de estrutura não desistem da missão de ajudar, encaminhar, cuidar, orientar, capacitar, criar oportunidades, etc.

E através desta página homenagearemos pessoas que, com suas trajetórias de vida, influenciaram direta e indiretamente a história de muitas outras, tornando o mundo um pouco melhor.

Nossa homenageada é a Doutora em Ciências da Educação Marilu Lourenço.

 

Marilu do Nascimento Salvador Lourenço, nasceu em Natal/RN, no dia 12 de setembro de 1952, tem quatro irmãs, é casada há 44 anos e tem uma filha e um neto. Sobre sua religião, ela é católica praticante.

Estudou o Ensino Fundamental e Médio, no Rio de Janeiro, no Colégio Cristo Rei, no bairro de Vaz Lobo. O Ensino Superior na UVA / IBRAPES. Especialização em Formação Docente para o Ensino Superior na FACEX. Ciências da Religião pela UERN. Mestrado em Antropologia Social, pela UFRN. Mestrado em Ciências da Educação pela Universidade Lusófona de Humanidade e Tecnologia/Lisboa e doutorado na Universidade Fernando Pessoa/Porto/Portugal.

 Marilu Lourenço é professora, com amor. Atualmente continua na educação.  É diretora geral do IESCREI (Instituto de Ensino Superior Cristo Rei) e coordenadora Pedagógica da UNINASSAU, Pólo Zona Norte.

Questionando sobre qual a ação mais marcante da sua vida ela falou que é “educar, ensinar e ser sempre aprendente”, frisou a pedagoga doutora em educação.

 Ao questioná-la sobre qual lição de vida gostaria passar para sua posteridade, respondeu: “Que as pessoas se preocupassem mais consigo mesmo, procurando realizar tudo o que deseja. Porque tudo é possível”.

 O que mais Marilu gosta de fazer é “amar para ser amada. Principalmente pelos meus alunos”, destacou.

 Ao questionar o que a faz parar e pensar ela respondeu: “A necessidade das pessoas, moradores de rua, doenças terminais e agora, síndromes raras em crianças”, relatou.

Ao indagar a pedagoga doutora em educação Marilu Lourenço, como descreve sua personalidade, a resposta foi decisiva: “Audaciosa”.

Com poucas palavras Marilu Lourenço respondeu:

Jesus – Minha Luz

Família – Nosso suporte

Amigos – Tudo de bom

Trabalho – Essencial

A vida – Momento felizes

Encerrando a entrevista questionamos: Quem é Marilu Lourenço? Que respondeu: “Sou forte! Se tiver que recomeçar, farei tudo de novo. É só iniciar. Porque a vida me ensinou assim”.

 


quarta-feira, 31 de março de 2021

“Pretendo atuar fiscalizando, legislando e trabalhando muito por uma população que nunca teve vez, nem voz”, afirmou o vereador Eribaldo Medeiros (PSB)

                                                               Foto: Elpídio Júnior


Nosso entrevistado desta edição é o Vereador de Natal Eribaldo Medeiros da Silva, que entre diversos assuntos falou sobre seu início na política, suas atividades comunitárias, e ainda a campanha para vereador, seus principais projetos e a renovação na Câmara Municipal de Natal.

Confira a entrevista completa!

Eribaldo Medeiros da Silva, 49 anos, filho de Martinho Avelino da Silva e Terezinha Medeiros da Silva. Possui 12 irmãos e entre eles, o vereador Ubaldo Fernandes. É casado com Francisca e tem três filhos.

Nascido em Tangará/RN, é de família simples, humilde, que em 1985 veio morar no bairro da Rocas, onde começou a ser despertado um trabalho comunitário nesta comunidade. Possui o Ensino Fundamental e é comerciante.

JORNAL CLARIM NATAL – Quando iniciou na política? Como foi?

VEREADOR ERIBALDO - Iniciei na política no ano de 1990. Na época, acompanhava meu irmão Ubaldo que tinha assumido o Conselho Comunitário do bairro das Rocas. Sempre trabalhei com meu irmão na política, onde trabalhava nos bastidores. Nos separamos politicamente no ano de 2020, quando resolvi me candidatar e ele já tinha um compromisso político com outra pessoa.

 

JORNAL CLARIM NATAL – O senhor tem trabalhos comunitários e destacou-se pela retirada dos lixões de comunidades da sua região, como Rocas, Brasília Teimosa, Praia do Meio e Santos Reis. Como encontra-se hoje estes locais?

VEREADOR ERIBALDO - Tenho esse trabalho e pra mim é extremamente prazeroso, quando realizo a comunidade abraça a transformação e adota com cuidados e limpeza. Todos os trabalhos que realizei em retiradas de lixões, hoje se tornaram espaços de convivência, e temos o canal do voluntariado para cuidar e zelar cada espaço transformado.

 

JCN - Cite algumas principais atividades comunitárias já realizadas?

VEREADOR ERIBALDO - Mesmo antes de me envolver politicamente o meu nome, já desenvolvia várias atividades comunitárias, uma delas é a doação de cadeiras de rodas, onde retiro dos lixões e das sucatas, transformo e faço a doação às pessoas carentes, como também no início da pandemia covid-19, confeccionei e doei para UBS, hospitais de Natal e interiores do estado do RN, além dos profissionais dos cemitérios, etc.  Ainda a doação de máscaras de acetatos, quando no início era muito escasso a compra, devido à grande procura da época. Fui o pioneiro na implantação de internet na praça  em quatro comunidades, como Rocas, Praia do Meio, Brasília Teimosa e Santos Reis.

 

JCN - O fato de ser irmão do então vereador, hoje deputado estadual Ubaldo Fernandes já o ajudou a trazer obras públicas para a comunidade?

VEREADOR ERIBALDO - Não, politicamente seguimos rumos diferentes.

JCN - Filiado a qual partido?

VEREADOR ERIBALDO – PSB (Partido Socialista Brasileiro)


JCN - Sua entrada na política teve influência do seu irmão Ubaldo Fernandes?

VEREADOR ERIBALDO – Não. Quem me influenciou e incentivou foi a própria comunidade. As pessoas me cobravam pra sair candidato por todos os trabalhos que eu já realizava.


JCN - O gosto pela política é herança de família?

VEREADOR ERIBALDO – Sim, trabalhei ao lado do meu irmão por 30 anos. Esse tempo me ensinou e criei o gosto e o prazer pela política.

 

JCN - Hoje vereador, o que é para o senhor representar sua comunidade das Rocas? 

VEREADOR ERIBALDO – Represento não só a comunidade das Rocas, mas sim, todo um povo que resolveu mudar o cenário da política municipal, em especial, a Zona Leste que moro há 34 anos, desde quando cheguei de Tangará.

 

JCN - Como o senhor pretende atuar em relação às comunidades?

VEREADOR ERIBALDO – Pretendo atuar fiscalizando, legislando e trabalhando muito por uma população que nunca teve vez, nem voz.

 

JCN - Qual foi a sua votação?

VEREADOR ERIBALDO – 2.148 votos

 

JCN - O que esta renovação na Câmara de Vereadores representa para o senhor? 

VEREADOR ERIBALDO – A renovação na casa foi preciso, são novas ideias, os novos são da base, são pessoas que vêm de lideranças comunitárias que conhecem os anseios da população. Esse é o novo porque renovar sempre é preciso.

 


JCN - Em sua campanha foram trabalhadas palavras de ordem como "voto da liberdade" e conscientizando a população sobre o voto consciente. Como o senhor avalia este momento?

VEREADOR ERIBALDO – Trabalhei na minha campanha com duas frases de ordem: "Vote pela sua Liberdade" e "Faça Justiça".  Era a justiça de conscientização, do voto livre, do voto consciente. As pessoas entenderam a mensagem e aqui estou. 

 

JCN - A campanha foi o que o senhor esperava?

VEREADOR ERIBALDO - Graças a Deus, foi sim! Tivemos uns atropelos no caminhar da campanha, mas faz parte da política. Aprendemos dia a dia. Foram 45 dias de lutas e lutas, mas a população fez justiça. A população reconheceu o trabalho que fizemos e entendeu as mensagens que passamos. Então, a população fez justiça, dando o mandato a uma pessoa que lutou, que vem lutando e que vai trabalhar cada vez mais em prol da população de Natal.

 

JCN - Como vereador e morador das Rocas, o senhor conhece de perto os anseios da população. Quais projetos destaca para esta região? 

VEREADOR ERIBALDO - Os projetos de empreendimentos sociais, os projetos sociais, projeto de capacitação profissional aos jovens e adultos, o assistencialismo, projetos de meio ambiente, como educação ambiental, entre outros. 

 

JCN - Em seu ponto de vista, quais os grandes problemas da cidade? Quais precisam ser tratados com prioridade?

VEREADOR ERIBALDO - Os alagamentos, a regularização fundiária, o transporte público, a arborização da cidade, tendo em vista que sou um defensor do meio ambiente.

 

JCN - Qual sua opinião sobre o Plano Diretor de Natal?

VEREADOR ERIBALDO - Sou favorável à verticalização da cidade. Natal precisa crescer e se desenvolver e para ocorrer esse desenvolvimento será necessário ser executado o Plano Diretor, vai trazer geração de rendas e empregos. Mas, sou a favor desde que respeite as zonas de proteção ambiental, que respeite todas as questões ambientais, como as restingas, a fauna, flora, os manguezais com uma boa iluminação, um saneamento básico de qualidade, respeitando as restingas, a fauna flora e os manguezais. Respeitando também os empreendimentos sociais das pessoas de baixa renda das comunidades mais carentes. 

 

JCN - Quais seus principais projetos?

VEREADOR ERIBALDO - Levar projetos ambientais às escolas, no que se refere à questão do lixo, do saneamento básico, enfim, levar pra toda sociedade o que aprendemos na Zona Leste. Precisamos mostrar pra toda Natal e deixar uma das cidades mais limpa do Brasil, no que se refere a retirada dos lixões, porque no momento que retiramos o lixo a sociedade tem uma qualidade de vida melhor.

 

JCN - Deixe uma mensagem.

VEREADOR ERIBALDO - Quero aqui me deportar para cada cidadão natalense, dizer que o nosso mandato é participativo, onde toda a população pode opinar e trazer suas ideias e não tenha dúvida que faremos um mandato que atenda aos anseios da população, isso é nossa prioridade, servir a cada comunidade. Pra isso que fui eleito e irei honrar, trabalhando pra sociedade. Agradeço a cada cidadão e cidadã que depositaram os 2.148 votos de confiança, a minha família e amigos.

 

Reciclando pneus e transformando-os em peças de artesanato

Um dos trabalhos do vereador Eribaldo nas Rocas vem sendo a utilização de pneus usados, sem serem descartados na natureza são transformados em inúmeras atividades artesanais, criando peças para decoração, tudo em prol da causa animal.