Mostrando postagens com marcador Planos de Saúde. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Planos de Saúde. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

ANS suspende venda de 111 planos de saúde

A partir da próxima sexta-feira (21), 47 operadoras estarão proibidas de vender 111 planos de saúde. A punição foi aplicada pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), nesta terça-feira (18), em função do descumprimento de prazos e das negativas indevidas de cobertura assistencial contratada pelos consumidores. Confira aqui a lista completa.

Cerca de 1,8 milhão de usuários usam estes planos de saúde mais reclamados no órgão regulador. Entre as operadoras punidas, está a pernambucana Viva Planos de Saúde. Neste oitavo ciclo de Monitoramento da Garantia de Atendimento, 28 empresas estão proibidas de vender novos produtos desde o ciclo anterior. Das operadoras punidas pela agência, 31 são reincidentes e continuam na lista de suspensão da comercialização de novos planos.

A suspensão da venda de planos de saúde foi anunciada pelo ministro da Saúde, Arthur Chioro, e pelo diretor-presidente da ANS, André Longo, durante entrevista coletiva em Brasília. No oitavo ciclo de monitoramento,122 planos de saúde foram reativados. Desses, 77 planos pertencem a dez operadoras que melhoraram o acesso e a qualidade dos serviços. Outras 22 empresas tiveram 45 planos liberados à venda pela ANS porque fizeram ajustes no atendimento assistencial.

De acordo com a agência, a reativação representa uma melhoria assistencial que atinge mais de 3,5 milhões de consumidores. O oitavo ciclo de monitoramento corresponde ao período de 19 de agosto a 18 de dezembro de 2013. Neste período, a ANS recebeu 17.599 reclamações referentes a 523 planos de saúde. O número de queixas cresceu 16% em comparação ao período anterior.

Este é o maior número de reclamações desde dezembro de 2011, quando o monitoramento começou. Para avaliar os planos, a ANS monitora todas as operadoras ativas, independentemente de seu porte, e analisa todas as reclamações dos consumidores definidas como procedentes. A partir das reclamações, a operadora tem cinco dias úteis para responder às notificações recebidas do órgão regulador. Em seguida, o consumidor pode se manifestar em dez dias úteis, sobre a solução ou não de seu problema.
Diário de PE

terça-feira, 21 de janeiro de 2014

Mais uma dos PLANOS DE SAÚDE, ou seja DO PLANO DE SAÚDE AMIL .



Ao conversar com uma vendedora da AMIL, tive a informação que se alguém quiser adquirir um PLANO DE SAÚDE DA AMIL tem que ser funcionário do Comércio ou funcionário do Estado e apresentar o Contra cheque. Se trabalhar em outro setor NÃO PODE. Mesmo que vc queira ter a AMIL, possa pagar, ainda assim NÃO PODE.
 

Se uma pessoa tiver um plano de saúde e quiser migrar para outro, por lei tem direito a cobertura da carência. MAS... na AMIL para migrar, vinda de outro plano a pessoa TEM que ser formada, e apresentar o DIPLOMA DE CURSO TÉCNICO OU UNIVERSITÁRIO. Já no caso de ser CRIANÇA... ela tem que ter exatamente seis anos de idade e estar CURSANDO O 1º ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL.

Se tiver estes dois requisitos pode adquirir o plano AMIL.

Será que a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) sabe disso. Se é permitido ou não...

ATENÇÃO PROCON, VERIFIQUE ESTAS EXIGÊNCIAS. E PODE ISSO?


Deixe seu comentário...

quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

Menos Médicos

UNIMED descredencia 65 médicos em 2013 

 Walter Medeiros
Os usuários da UNIMED Natal tiveram uma defecção assustadora no ano de 2013, com o descredenciamento de nada menos que 65 médicos, de 1º de Janeiro a 12 de dezembro, conforme dados daquele plano de saúde. Enquanto esta grande quantidade de profissionais deixam de atender a clientela, no mesmo período apenas 12 novos médicos foram credenciados e passaram a atender pela cooperativa, ou seja, menos de 20% do total de médicos descredenciados.

Com essa debandada de médicos, a qualidade do serviço vai cada vez mais se comprometendo, em detrimento da saúde e do conforto da clientela, que já estava acostumada com os médicos em muitas especialidades. A clientela se vê obrigada a escolher novos médicos, enfrentando transtornos de agenda, horários e nos próprios tratamentos, já que surgem muitas situações nas quais os médicos assistentes já estavam comprometidos e atentos à situação, enquanto com a mudança as pessoas podem ter perdas de vários tipos.

Os dados de descredenciamento e credenciamento revelam, assim, que a UNIMED termina o ano com pelo menos 53 médicos a menos. Da parte dos usuários, no entanto, nada foi dispensado: ao contrário, os reajustes de preços nos contratos foram aplicados plenamente e nenhuma forma de contornar o problema foi informada. Fica a sensação de que os clientes da UNIMED tem mais deveres para com o plano de saúde do que este para com eles.

*Jornalista

Novo rol mínimo de procedimentos obrigatórios passa a valer hoje

Proteção maior no início do ano Planos de saúde terão de disponibilizar 87 novos tratamentos a partir de hoje. Entre eles, videocirurgias

Os beneficiários de planos de saúde começarão o ano com mais direitos garantidos. A partir de hoje, primeiro dia útil de 2014, os conveniados terão 87 procedimentos a mais na lista de cobertura obrigatória: 28 cirurgias por vídeo, 22 avaliações genéticas e 37 medicamentos orais para o tratamento do câncer. Além desses, 44 tipos de consultas e exames já existentes foram ampliados.

O novo rol de procedimentos, aprovado em outubro de 2013 pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), vale por dois anos, quando deve ser novamente modificado. A principal novidade são os remédios que podem ser tomados via oral para combater os tipos de câncer mais comuns: estômago, fígado, intestino, rim, testículo, mama, útero e ovário. Como muitos deles já são disponibilizados pelo Sistema Único de Saúde (SUS), o beneficiário tem duas opções: continua na rede pública e o plano reembolsa o governo ou muda para o atendimento particular.

Entre as consultas ampliadas, estão sessões com os seguintes profissionais: fonoaudiólogo, nutricionista, psicólogo e fisioterapia, que aumentaram de seis para 12 ao ano. Em casos específicos, as consultas de fonoaudiologia podem chegar a 48 por ano. Os usuários que necessitarem de bolsas coletoras intestinais ou urinárias (chamados pacientes ostomizados) também terão esses itens fornecidos pelas operadoras, assim como os equipamentos de proteção e segurança para usá-los.

Na área de análise genética, passará a ter cobertura do plano de saúde, por exemplo, o teste para o gene BRCA 1/ BRCA 2, para detecção de câncer de mama e ovário hereditários. Apesar de vários desses procedimentos genéticos já serem obrigatórios, a grande novidade é que a ANS, em parceria com um grupo de trabalho formado por representantes das empresas de convênio e do Ministério da Saúde, especificou a forma de utilização das tecnologias disponíveis, além da inclusão dos exames mais complexos para determinadas doenças.

Conforme a própria agência informou, “foram definidos critérios para 22 itens referentes à assistência, ao tratamento e ao aconselhamento das condições genéticas contempladas nos procedimentos” utilizados para identificar doenças genéticas. O objetivo é direcionar o tratamento da melhor forma.

Mais caros
As operadoras reclamam que a inserção de novas tecnologias foi feita, na verdade, sem critérios, e que vão encarecer os planos. De fato, o novo rol gera custo ao consumidor. O impacto que as operadoras tiverem com as mudanças será repassado às mensalidades em 2015. Mas o presidente da ANS, André Longo, estima que o aumento será pequeno ou até mesmo zero. Até hoje, segundo ele, o maior reajuste em consequência da atualização da lista obrigatória de procedimentos foi de 1,1%, em 2011, referente às mudanças aplicadas em 2010. Neste ano, apenas 0,77% dos 9% corrigidos das mensalidades é relativo à revisão de cobertura mínima efetuada em 2012.

Longo ponderou, à época da aprovação do rol, que os custos com as novas tecnologias substituem os gastos com vários procedimentos já ultrapassados, que são retirados da lista de cobertura mínima ou acabam tendo a utilização minimizada. Um exemplo são os medicamentos orais para câncer, que reduzem os desembolsos com as internações.

A funcionária pública Sônia Santos, 59, acredita que, quanto mais complexos os procedimentos incluídos no rol, mais tempo as operadoras enrolam o cliente. “Demoraram dois meses para aprovarem a cirurgia de coluna que precisei fazer”, comenta. Ela reclama ainda do aumento nos preços dos planos, que deve ficar mais salgado. Atualmente, ela paga R$ 1.015 pelo convênio de atendimento básico, que, segundo afirma, “ninguém mais aceita”. “Os hospitais só atendem os planos especiais da operadora da qual sou cliente. Todo ano a empresa aumenta o preço da mensalidade, e não há grandes melhorias por isso”, diz. 
diário de PE