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quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

Músico Nelson Coelho lança álbum Dois Rios na Pinacoteca Potiguar

Um disco feito por amigos e parceiros, Dois Rios é o primeiro álbum solo do compositor fluminense. 

Depois de 13 anos em idas e vindas entre Natal e Rio de Janeiro, o músico fluminense lança o seu primeiro álbum solo Dois Rios, nesta sexta, 21, às 19h, na Pinacoteca Potiguar. O trabalho tem um repertório eclético, à base de samba, funk, rock, blues e bossa nova, composto em parceria com Cleudo Freire, Léo Ventura, Roberto Lara, Gladstoni Aciolli e Aluizio Matias.

Com concepção e produção de Nelson Coelho, a direção musical e parte dos arranjos são de guitarrista Ricardo Baya, o álbum também tem participações da cantora Camila Masiso, Lene Macedo, do cantor e compositor Sueldo Soares, do saudoso guitarrista Manoca Barreto, do baixista Júnior Primata, do baterista Darlan Marley, do baixista Everart Araujo, do tecladista Paulo Cezar, do instrumentista Diogo Guanabara e muitos outros do cenário musical de Natal.

Nascido na baixada fluminense, Rio de Janeiro, e radicado em Natal, RN, Nelson Coelho começou a sua carreira musical ainda no final dos anos 70, quando fundou o grupo Canto da Terra, que tinha como proposta a música nordestina. No início dos anos 80 e já em carreira solo, começou a se apresentar em bares da Cidade do Sol e, nessa atmosfera, conheceu os músico Cleudo freire e Léo Ventura. Juntos fundaram a Caravana, quase um movimento musical. Compuseram várias canções, como Lua Cigana, que interpretada por Nelson e Cleudo, concorreu ao l Festival  Universitário em 1982, promovido pela UFRN.

Em 1983, foi morar em São Paulo e depois Rio de Janeiro.  No Rio se apresentou em bares, teatros, festivas, etc. Em 1997, voltou para Natal e retomou sua carreira.  Em 1999/2000, cantou e produziu o álbum Songa Também dá Coco, ao lado do parceiro Cleudo Freire  e dos cantores França D´Lima e Aldair Miranda, o álbum teve repercussão nacional, sendo citado  pela  crítica da revista Bravo como  ótimo. 

Serviço: Lançamento do CD Dois Rios, de Nelson Coelho – Dia 21, sexta-feira, 19h, Pinacoteca Potiguar.


quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

Protógenes Queiroz vai lançar livro-bomba contra banqueiro Daniel Dantas


Por Redação - de São Paulo 


Protógenes vai lançar um relato sobre as investigações da Operação Satiagraha, que envolve o banqueiro Daniel Dantas

Na esteira do sucesso editorial dos livros Privataria Tucana, do jornalista Amaury Ribeiro Jr. e, mais recentemente, Operação Banqueiro, do também jornalista Rubens Valente, o deputado federal Protógenes Queiroz (PCdoB/SP) prepara o lançamento do livro Operação Satiagraha, no qual o ex-delegado da Polícia Federal (PF) diz ter sofrido ameaças por causa da obra e passou a andar armado e em carro blindado. No relato a ser publicado, o banqueiro Daniel Dantas, preso em 2008 devido às investigações conduzidas pelo hoje deputado federal, é tratado como Morcegão.
– Assim como o Morcegão não dorme, eu também não durmo – escreve Queiroz.

No último sábado, Protógenes, revelou em sua página no Twitter ser vítima de uma “investigação clandestina” da própria PF. O caso estaria relacionado a seus passaportes – quando atuava na PF, Protógenes foi também consultor de Ricardo Teixeira, ex-presidente da CBF, e chegou a movimentar contas bancárias em Lugano, na Suíça.
Segundo o deputado, essa investigação estaria sendo conduzida por “viúvas do Tuma” e pelo banqueiro Daniel Dantas – a quem chama de “#BanqBandDD“. Em relação a Tuma, o deputado se refere ao também delegado Romeu Tuma Júnior, que lançou recentemente o livro Assassinato de reputações, que acusa o governo petista de preparar dossiês contra adversários.

Tanto na Operação Banqueiro como no próximo lançamento editorial, assinado por Queiróz, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes é citado como forte aliado do banqueiro Daniel Dantas. Nas mensagens obtidas por Valente, Dantas era tido como amigo do ministro, então chefe da Advocacia-Geral da União. Um trunfo dentro do governo.

“Um dos e-mails sugere que Dantas contava com o apoio de Mendes numa disputa com a Agência Nacional de Telecomunicações e para manter na agência um procurador simpático a seus interesses. Em 2008, quando Mendes estava no Supremo e Dantas estava preso, o ministro concedeu habeas corpus para libertá-lo e fez críticas públicas à maneira como as investigações foram conduzidas”, afirma o texto de divulgação do livro, publicado na edição desta sexta-feira do diário conservador paulistano Folha de S. Paulo.

– Eu nunca vi Daniel Dantas. Na Satiagraha, houve abuso na investigação e minhas decisões impuseram uma derrota ao Estado policial – defende-se Mendes, em entrevista à Folha.

Em mensagem a Rubens Valente, o ex-presidente Fernando Henrique disse que sabia da relação de Roberto Amaral com Daniel Dantas e afirmou que nunca tomou medidas para favorecê-lo. A assessoria do Opportunity afirmou que Dantas desconhece as mensagens encontradas pela polícia na residência de Roberto Amaral.
Advogados de Dantas

O banqueiro Daniel Dantas, figura central de ambos os livros, o que teve sua primeira edição esgotada e o segundo, agora no prelo, ameaçou a editora Geração Editorial, na semana passada, um dia antes do lançamento de Operação Banqueiro, com uma notificação extra-judicial na qual acusa o autor de utilizar materiais ilícitos em suas investigações. O livro traz revelações e novas provas sobre as ações do banqueiro e do Banco Opportunity.

Na notificação extra-judicial, subscrita pelos advogados de Dantas, o banqueiro afirma, segundo a Geração Editorial, que “pode-se concluir que a publicação extrapola – em muito – os limites do exercício da liberdade de expressão, sujeitando V. Sas. (Geração Editorial), na qualidade de editores e distribuidores, à responsabilização pela divulgação dos dados sigilosos e pelos danos causados ao notificante ([Dantas) e ao Opportunity’”. Segundo os advogados, alguns dados utilizados no livro estão sob sigilo e, por isso, “o conteúdo divulgado no livro intitulado Operação Banqueiro é ilícito”.

Ainda segundo a editora, há na notificação enviada reconhecimento de que pode ter havido uma leitura superficial da obra, uma vez que o preparo e o envio desta se deu anteriormente ao lançamento do livro. Tanto Rubens Valente quanto a editora afirmam não ter utilizado nenhum material ilícito e que os dados obtidos pelo jornalista são provenientes de documentos e inquéritos policiais e administrativos de interesse público.

– Caso prosperasse a tese desenvolvida pelo banqueiro e contida na peça ameaçadora de seus advogados, todos os jornais e revistas do país, todas as emissoras de televisão e todas as editoras estariam impedidas de divulgar quaisquer investigações desenvolvidas, por exemplo, pela Polícia Federal – afirmou Luiz Fernando Emediato, publisher da Geração Editorial, na página de Operação Banqueiro no Facebook.
Correio do Brasil

quarta-feira, 22 de maio de 2013

JORNAL CLARIM NATAL EM NOVO ESTILO

Pedimos desculpas a todos nossos  leitores pelo transtorno devido à problemas técnicos, onde a partir de agora estamos de nova roupagem e mais conteúdo.

Aguardem e Acompanhem!