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quinta-feira, 8 de junho de 2017

SIMULAÇÃO DE TESE

Pedagoga Marilú Lourenço defenderá em 2018 Tese em Reaprendizagem do professor do ensino superior face ao triângulo educação, tecnologia e aprendizagem EaD
No dia 29 de abril, aluna de doutorado em Ciências da Educação da Universidade Fernando Pessoa / Porto- PT, Marilú do Nascimento Salvador Lourenço apresentou uma simulação da sua tese para professores do IESCREI - Instituto de Ensino Superior Cristo Rei, convidados, e seu Co- orientador no Brasil, o Professor da UFRN (Universidade Federal do Rio Grande do Norte) Anaxmandro da Silva. Após a apresentação Marilú ofereceu um café da manhã, agradecendo a todos.

Sua tese foi intitulada: “Reaprendizagem do professor do ensino superior face ao triângulo educação, tecnologia e aprendizagem EaD”. O tema abrangeu áreas como o crescimento do mercado de educação a distância (EaD) e as aprendizagens, (re)aprendizagens de professores de uma Instituição de Ensino Superior, utilizando como meio preferencial a Plataforma Moodlle, como modo de participar em cursos de aperfeiçoamento e de atualização

Neste contexto, consideram-se os relacionamentos da educação, da tecnologia e da aprendizagem à distância, como um novo espaço que dita novas regras para a educação do futuro.

De acordo com a pedagoga, “os professores necessitam de rever as suas práticas em sala de aula, quer em função da crescente importância das tecnologias no ensino, quer pelo papel relevante e primordial que o Ensino a Distância tem na transmissão de conhecimentos”, observou Marilú.

Segundo ela, o objetivo é “analisar o fenômeno da aprendizagem e a desaprendizagem do professor, ou seja, os pontos negativos em sala de aulas na classe pedagógica, a desmotivação”, ressaltou.

A pedagoga destaca que “as teorias utilizadas em seu projeto são da aprendizagem, trazendo o conectivismo, uma das teorias mais modernas de 2004 até o momento, além de compreender a influência da Ciência da Educação e da Informação na formação do professor no ensino superior”.



 

 



PÁGINA EDUCAÇÃO - CLARIM NATAL - MAIO 2017


terça-feira, 18 de outubro de 2016

Marilú Lourenço é homenageada na Câmara Municipal de Natal

Vereador Klaus Araújo homenageia Mestre em Educação Marilú Lourwnço 
A pedagoga e Mestre em Educação Marilú Lourenço foi homenageada pelo vereador Klaus Araújo no último dia 17 (segunda-feira) em sessão solene na Câmara Municipal de Natal, onde recebeu a Comenda Educador Anísio Teixeira em reconhecimento aos relevantes trabalhos desenvolvidos na área da educação à frente da Escola Cristo Rei, localizada no Conjunto Santa Catarina, Zona Norte de Natal. A solenidade alusiva à comemoração ao Dia do Professor (15 de outubro).  


Marilú Lourenço é pedagoga, diretora da Escola Cristo Rei, Mestre em Ciências da Educação, escritora, e possui relevantes trabalhos desenvolvidos na Agência de Modelos Premiere Vision, Asconort (Associação dos Comerciantes e Profissionais Autônomos da Zona Norte). 
 Marilú Lourenço e Paulo Enfermeiro
Marilú Lourenço e Tânia Maria Dantas, diretora da Escola da Mônica no Nova Natal (ZN)

terça-feira, 30 de agosto de 2016

Escola Cristo Rei realiza o FLICR 2016







Mais uma edição do FLICR (Festival Literário e Cultural Cristo Rei) foi realizado no dia 29 de Agosto, na Escola Cristo Rei no Conjunto Santa Catarina, na Zona Norte de Natal. O projeto visa priorizar a leitura, interpretação, e produção textual nas crianças, partindo da educação infantil ao 5º ano.  

Para a pedagoga e e Mestre em Educação  Marilú Lourenço “é um trabalho valioso, porque surte resultado de imediato, as crianças se empolgam muito, inclusive as professoras e a família que se envolvem de uma certa forma, que logo se ver o resultado”, comentou a diretora da Escola Cristo Rei.
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 Alunos do nível 3


O objetivo do Festival Literário e Cultural é fazer com que as crianças ampliem e tomem gosto pela leitura, a partir da educação infantil.

Os livros da literatura infantil são elaborados pela pedagoga e escritora Marilú Lourenço e vendidos por um preço acessível para que as crianças tenham acesso, “sendo representativo para elas dentro da escola e para o resto de suas vidas a importância da leitura”, frisou a professora Marilú.

A Galinha de Angola e A Raposa Pipa

O livro A Galinha de Angola e A Raposa Pipa retrata uma fábula bem divertida, em que a mãe não esconde o amor, carinho e proteção por seus filhinhos, que são inteligentes, descontraídos e felizes porque vivem em união e respeitam a natureza. Os pintinhos ingênuos não sabem onde está o perigo, e a mãe, muito atenta, está sempre por perto para protegê-los e orientá-los em busca do bem. Assim, juntos descobrem coisas lindas, como a amizade, o amor e a solidariedade com o próximo, tornando a vida maravilhosa.

Durante o Festival Literário e Cultural Cristo Rei, foi lançado o livro. “A raposa como predadora, que só se alimenta de galinha, passa a ser amiga da galinha”, contou a pedagoga. No dia 12 de março a obra foi lançada na livraria Paulinas.

O livro foi uma ideia de Pedro Henrique Lourenço, de seis anos de idade, neto de Marilú. O garoto queria que na biblioteca da escola existissem livros que contassem a história de crianças com diferenças, faltando uma perna, usavam óculos, gordas ou negras. ”Então eu comecei a despertar o interesse em produzir algo sobre a inclusão, trabalhando as diferenças”, lembrou a autora.

O livro infantil visa ajudar as crianças a contemplar as diferenças e não excluir seus semelhantes. São as diferenças nas pessoas, lugares e coisas, o preconceito racial, religioso, as diferenças físicas e muitas outras, presentes no mundo. Essencial para ensinar a criança viver em uma sociedade.

A obra, também didática, possibilita a utilização por professores, em salas de aula, trazendo ainda um caderno de atividades, para que as crianças possam interagir com os personagens da história.

A parceria que deu certo

A narrativa do livro foi escrita pela pedagoga e especialista em Ciências da Religião, Marilú Lourenço e pelo neto Pedro Henrique, que fez a ilustração da obra, mostrando que a diversidade faz parte da vida.

Pedro Henrique atualmente é membro do Clube do Livro Infantil.
Juntamente com sua avó Marilú Lourenço são engajados na Paróquia de Santa Maria Mãe, no Conjunto Santa Catarina, em Natal.

O livro “A Galinha de Angola e a Raposa Pipa” pode ser adquirido nas livrarias de Natal.


quinta-feira, 24 de março de 2016

Pedro Henrique de seis anos lança o livro “A Galinha de Angola e a Raposa Pipa"

Marilú Lourenço e seu neto Pedro Henrique Lourenço
O livro “A Galinha de Angola e a Raposa Pipa", foi escrito e lançado pela pedagoga e escritora Marilú Lourenço e seu neto Pedro Henrique Lourenço, de apenas seis anos. O lançamento aconteceu na sexta-feira (18), em Natal, na Livraria Paulinas para todo o Brasil, com a presença de familiares e amigos do pequeno escritor.

De acordo com Marilú Lourenço, Pedro Henrique lhe falou que em sua biblioteca não tinha livros que falassem de crianças sem uma perna, com excesso de peso, ou magrinhas que não gostavam de comer verduras e frutas e que seria bom que idealizassem um livro para estas crianças.

“Pedro Henrique foi dizendo e eu escrevendo e colaborando. E hoje formamos este livro, trabalhando a inclusão com a Galinha de Angola e a Raposa Pipa. E os pintinhos diferentes, como pintinho de uma só perna, acima do peso”, contou Marilú.
Marilú e Pedro Henrique participando do Programa Alto Astral ao vivo na TV União Natal com o apresentador Bira Rodrigues
O incentivo da família, o acompanhamento escolar e a vontade própria em crescer intelectualmente fizeram o garoto conseguir realizar o sonho de escrever o livro.

Para Marilú está evidente a necessidade de se trabalhar a inclusão nas escolas. São personagens do cotidiano com suas diferenças.


A sociedade brasileira ainda engatinha no que se refere à inclusão, devido à falta de informação e ao preconceito. E o projeto idealizador de Pedro Henrique mostra através de seus livros, uma nova ideia, a inclusão através dos contos de fadas.

Veja também a entrevista no Programa Alto Astral com Bira Rodrigues na TV União Natal 

sábado, 9 de agosto de 2014

Marilú Lourenço: Um Mestrado abençoado em Portugal


Fotos: Cedidas

A pedagoga e diretora da Escola Cristo Rei, Mestre em Ciências da Educação pela Universidade Lusófona de Humanidade e Tecnologia de Portugal Marilú Lourenço defendeu no dia 16 de junho sua Dissertação do Mestrado na área da Psicologia Infantil, baseada na Teoria do Desenvolvimento em Portugal.


“Fui muito bem colocada lá, minha nota foi suficiente. Fiquei muito feliz, pois ressaltaram que eu já entrava direto no doutoramento, que aqui é o doutorado”, observou.

Marilú Lourenço conta que sua apresentação foi de muita emoção. “Não foi fácil. Foi um júri muito forte, equilibrado, como eles chamam, formado por profissionais PHD em educação. Mas eu superei, graças a Deus e venci mais uma batalha na minha vida”, frisou.


Para Marilú foram duas grandes emoções em sua vida: defender o Mestrado e conhecer Portugal. “Chegar à Lisboa, conhecer Portugal, acredito que seja o sonho de todos os brasileiros. É uma emoção muito grande. Um momento especial”, relembra. “Poucas pessoas têm esse privilégio. Foi um preparo de muitos anos para atingir meu objetivo”, destacou. 

“Vou assistir as aulas no Brasil pela UNB de Brasília, todo mês e defender em Portugal minha tese”, falou Marilú Lourenço.


Em 2009 foi aprovada no Mestrado pela FIP (Faculdades Integradas de Patos) da Paraíba. Era uma parceria que a FIPE da Paraíba tinha com a Universidade Lusófona de Portugal.

Seu projeto foi classificado em primeira mão. “Me providenciaram um orientador, Dr. Manoel Tavares e fiquei sendo orientada por ele durante dois anos. O projeto foi muito bem aceito e entre 58 pessoas eu fui a 6ª classificada”, conta a pedagoga.


Segundo ela o que mais lhe marcou foi a visitação nas antigas igrejas, a Igreja de São Jerônimo com os apóstolos. “Ter aquele contato com a história antiga de Portugal e a visita ao Santuário de Fátima”, disse.

Marilú relembra também um momento exclusivo: “Tive um momento muito especial no Santuário. O portão era fechado com um grande cadeado porque não queriam que as pessoas fossem debaixo da árvore, onde apareceram as três pastorinhas. Empurrei várias vezes o portão, tentando entrar, o cadeado fechado, e os padres de longe me olhando. Fiz as fotos perto e quando me virei o portão abriu. Ninguém estava entrando ali. Eu tive esse prazer, o privilégio, Nossa Senhora me concedeu aquele momento de agradecimento de joelhos naquela árvore. Aquele portão se abrir para que eu fizesse esse agradecimento”, recordou.

 “Eu pensei: é um milagre de Nossa Senhora. É um agradecimento que eu tenho que fazer mesmo de joelhos aqui no Santuário de Nossa Senhora”, concluiu Marilú Lourenço.