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quarta-feira, 8 de junho de 2016

Especialista orienta como lidar com crianças e adolescentes vítimas de agressão

Pesquisa aponta que 70% das vítimas de abuso e violência na infância são meninas
As formas de agressão contra as crianças, quando não levam à morte, podem desencadear profundos traumas
Temos presenciado um aumento significativo nos dados sobre violência e abuso contra crianças e adolescentes, o que fere diretamente os direitos das crianças e adolescentes reforçados no ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente). Segundo dados do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), a cada dia, morrem 28 crianças e adolescentes, com crescimento alarmante no número de homicídios que passou de 5 mil, em 1990, para 10.500, em 2013.

Os dados indicam a vulnerabilidade e os graves problemas sociais que o país vem vivenciando, os últimos casos divulgados na mídia apontam que o público que mais sofre violência entre crianças e adolescentes, são as meninas. Em 2015, segundo dados do Disque 100, foram registradas 17.588 denúncias de violência sexual contra crianças e adolescentes, o que equivale a duas denúncias por hora. Foram 22.851 vítimas, sendo 70% delas meninas.

Para a ONU, as quatro principais categorias de violência são os abusos físicos, sexuais, psicológicos e negligências. Essas formas de agressão contra as crianças, quando não levam à morte, podem desencadear profundos traumas que perduram até a vida adulta. O psicólogo do Hapvida Saúde, André Assunção, explica que todos os tipos de violência geram traumas, mas que algumas pessoas terão mais transtornos que outros, isso varia de acordo com a estrutura psicológica de cada um.

“A pessoa pode se mostrar mais fechada e de difícil acesso aos outros. Pode se fechar a ponto de manter dificuldades de relacionamentos, mostrar perfil irritado, tristeza, infelicidade e até mesmo antissociabilidade. Esse tipo de perfil problemático por conta de um trauma pode ser observado tanto em adolescentes quanto em adultos vítimas de violência”, esclarece.

A violência e abusos podem ocorrer em qualquer ambiente, seja na família ou na escola, e é preciso que os pais, familiares e vizinhos estejam atentos. “Normalmente elas ficam mais reservadas, com medos frequentes de coisas simples, como o toque, o olhar, a voz em tom alto. Também pode-se observar marcas no corpo, dores frequentes, sono, pesadelos e baixa autoestima. Caso a violência seja na escola, por exemplo, a criança pode não apresentar interesse de para o colégio. Ela tende a se esquivar dos ambientes que a ameaçam”, alerta André Assunção.

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016

Prefeitura combate trabalho infantil e o abuso sexual de crianças e adolescentes

Divulgação Semtas


Combate ao Trabalho infantil e o abuso sexual de crianças e adolescentes será intensificado durante o Carnaval 2016


Garantir que os direitos das crianças e adolescentes não sejam violados nos bairros/polos onde será realizado o Carnaval Multicultural 2016, promovido pela Prefeitura do Natal, é a missão da equipe de profissionais do Departamento de Proteção Social Especial (DPSE), da Secretaria Municipal do Trabalho e Assistência Social (Semtas).



A ação vai contar com a parceria da Secretaria Municipal de Segurança Pública e Defesa Social (Semdes) e outros órgãos ligados a proteção da criança e do adolescente.


Equipes aptas a desenvolver um trabalho integrado de abordagem social, além de realizar orientações e encaminhamentos das pessoas identificadas na ação (idosos, pessoas com deficiência, crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade e/ou risco pessoal ou social), estarão presentes em Ponta Negra, Cidade Alta, Redinha, Petrópolis, Ribeira e Rocas, durante o período do carnaval, a partir das 18h até as 24h.


“Ações de cidadania e defesa dos direitos da Criança e adolescente são prioritárias nas políticas desenvolvidas pela Semtas, sempre com apoio integral da Prefeitura do Natal. Realizar uma ação como esta não só demonstra a preocupação da gestão municipal com nossas crianças e adolescentes como ressalta a importância dessa luta contínua, seja em dias de folia ou não”, encerrou a chefe do Setor de Média Complexidade da Semtas, Janeide Teotônio.


Busca Ativa
A busca ativa é um trabalho social que, por intermédio de agentes institucionais (educadores sociais), Assistentes Sociais tem como objetivo identificar a incidência de trabalho infantil, exploração sexual de crianças e adolescentes em situação de rua, a fim de solucionar as necessidades imediatas e promover a inserção na rede de serviços socioassistenciais e demais políticas públicas na perspectiva da garantia dos direitos.



Para o Departamento de Proteção Social Especial (DPSE) da Semtas, a busca ativa consiste na realização de várias abordagens destinadas a identificação, orientação e encaminhamento de famílias ou indivíduos que se encontram em situação de vulnerabilidade e/ou risco social. “A Prefeitura do Natal reafirma o compromisso de garantir o direito das crianças e adolescentes para que os mesmos não sejam violados. A busca ativa da Semtas não é coercitiva. Ela tem um caráter mais educativo, visando despertar a consciência de que essas pessoas não merecem estar nas ruas. Planejar e executar ações para assegurar os serviços e benefícios das famílias em situação de vulnerabilidade é um desafio que se coloca frente a Política de Proteção Social e que deve ser articulado em parceria com todos os atores institucionais, gestores conselheiros, sociedade em geral e demais políticas públicas”, ressalta a titular da Semtas, Ilzamar Pereira.


Em 2015, a Prefeitura do Natal disponibilizou veículo exclusivo para auxiliar no trabalho de abordagem social e busca ativa. Com o automóvel, as equipes dos Centros de Referência Especializados de Assistência Social (Creas) podem se deslocar até as pessoas que se encontram em situação de rua, seja na condição de sobrevivência ou moradia, visando a inclusão em programas socioassistenciais.


A Semtas divulga o número do Disque-Denúncia para apurar situações de risco, vulnerabilidade e casos de violação de direitos humanos. O telefone é o 98870-3861 ou 9870-3327.

quarta-feira, 30 de dezembro de 2015

Parque Os Paqueras, diversão para toda família

As férias chegaram, você não vai viajar e não sabe o que fazer para se divertir?




O Centro de diversão Os Paqueras faz a alegria não só da criançada, mas também dos adolescentes, jovens, adultos e até mesmo das pessoas de mais idade, que estão em busca de lazer, aventura e momentos bastante divertidos e emocionantes, que somente os parques podem oferecer para tantas pessoas.

Ao estilo dos parques mais tradicionais, os Paqueras vem a mais de trinta anos proporcionando momentos de lazer e descontração por onde passa. Atualmente montado no estacionamento do Ginásio Nélio Dias na Zona Norte de Natal o espaço tem sido ponto de encontro da população local.






Com brinquedos seguros e modernos quem visita o parque tem a opção levar as crianças para brincar no tradicional carrossel, seja de cavalinho ou cisne, que por sinal grande parte dos brinquedos são direcionados para os pequeninos, que adoram brincar no pula-pula, passear na moto ninja e até mesmo ariscar na pescaria um super prêmio.

Mas para quem buscar sentir um friozinho na barriga, não vai faltar opção; a Barca é um dos brinquedos que arranca gritos e dá aquela sensação de liberdade. Tem ainda a Happy Monnain, Crazy Dance, o Auto Pista, Samba e muitos outros. Em Natal o espaço onde o parque está estalado é possível encontrar barracas com jogos, praça de alimentação e amplo estacionamento.
 
Serviço:
Parque Os Paqueras
Local: Largo do Ginásio Nélio Dias na Zona Norte de Natal
Funciona: Todos os dias
Horário: Das 18h às 23h 
Contatos: 82-9 9141-4752 / 82-9 9916-9886 / 82-9 9916-9887
                                                                                                                                                     


quinta-feira, 17 de dezembro de 2015

Coral de Natal do Projeto Ilhas



Crianças atendidas pelo Projeto Ilhas, braço social do Hapvida Saúde no Rio Grande do Norte, alegraram redações jornalísticas e programas natalinos neste fim de ano com o Coral de Natal Canto das Ilhas. O grupo, formado por 15 crianças com idade entre 5 e 14 anos, levou alegria e contagiou com espírito natalino jornalistas da imprensa potiguar. Entre as canções que faz parte do repertório, a música de Natal “Noite Feliz”, emocionou jornalistas que ao longo do ano se dedicam a informar a população do Rio Grande do Norte.

O Projeto Ilhas está em Natal desde 2007 e hoje atende 172 crianças e adolescentes de comunidades carentes, oferecendo atividades variadas: teatro, música, dança, informática, capoeira, futebol, percussão, dentre outras, garantindo qualidade de vida. As crianças atendidas pelo Projeto Ilhas estudam regularmente e precisam frequentar a escola, elas possuem entre 4 e 18 anos.

Responsabilidade Social
Com seu braço social, chamado Fundação Ana Lima, o Sistema Hapvida Saúde oferece 12 projetos sociais a 1.700 crianças, adolescentes e a suas famílias, realizando aproximadamente 537 mil atendimentos por mês, em cinco estados. As instituições atuam nos Estados do Ceará, Bahia, Rio Grande do Norte, Pernambuco, Pará e, em breve, em Manaus. Os Projetos Ilhas, Embarcação, Café da Manhã, Amor à Vida, Sopão da Vida, Casa Abrigo, Casa dos Idosos, Meninas dos Olhos de Deus, Quero ser Alfabetizado, Dragões do Mar e Ateliê do Bem e Quero ser Alfabetizado garantem, além do acesso à saúde de qualidade, oportunidades de transformação social à população de baixa renda.
Mix Mídia