Mostrando postagens com marcador Chuvas. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Chuvas. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 8 de agosto de 2014

Desabrigados de Mãe Luiza recebem Kits dormitórios



MÃE LUÍZA
 Foto: Divulgação
Cerca de300 kits dormitórios e 300 cestas básicas foram entregues aos desabrigados de Mãe Luiza pela Secretaria Municipal de Trabalho e Assistência Social (Semtas) com a ajuda do Exército Brasileiro no dia 11 de julho. O material foi enviado pela Secretaria de Defesa Civil Nacional a Semdes. 


A entrega ocorreu na sede da Associação dos Delegados de Polícia Civil do Rio Grande do Norte (Adepol/RN) numa ação conjunta com a Secretaria Municipal de Segurança e Defesa Social (Semdes), Secretaria Municipal de Mobilidade (Semob) e Guarda Municipal.

Os kits dormitórios são individuais, composto por colchão, cobertor, lençol, travesseiro e fronha. As cestas básicas, por sua vez, foram doadas pela Prefeitura do Natal por meio da Semtas.
 
Com a entrega, foram beneficiadas as famílias cadastradas pela Semtas e que tiveram as suas casas derrubadas ou comprometidas por conta das chuvas ocorridas na cidade em meados do último mês de junho.


“Desde o dia 12 de junho, início do primeiro deslizamento de terras, que a Semtas vem prestando uma ação efetiva de visitas diárias, mudanças e acompanhamento das reais necessidades das famílias afetadas”, afirmou a secretária adjunta, Maria José de Medeiros. Segundo ela, a secretaria concluiu nesta sexta-feira o estudo sócio econômico das famílias que será enviado a Secretaria Municipal de Habitação, Regularização Fundiária e Projetos Estruturantes (Seharpe) para assinatura do contrato que concede auxílio moradia.


Pelos cálculos da Semtas, foram cadastradas 309 famílias desabrigadas em toda a cidade com foco maior para as ruas Guanabara e Atalaia, em Mãe Luiza. Cerca de 20 famílias ainda estão abrigadas em vários locais, entre eles, o Centro de Referência de Assistência Social, Escola Estadual Alfredo Pegado, Escola Crescer e Centro de Convivência e Fortalecimento de Vínculos, no Bairro de Santos Reis.

domingo, 15 de junho de 2014

OS VELHOS PROBLEMAS DE UMA CIDADE QUE QUERÍAMOS PERFEITA


Gerson de Castro - Jornalista

Todos nós sabemos que não existe cidade perfeita, principalmente se ela cresceu de forma desordenada em algumas áreas, fruto da especulação imobiliária e da natural migração de milhares de pessoas vindas de toda parte em busca de trabalho e melhores oportunidades.

Mas, se não existe cidade perfeita, pode e deve haver cidades que cuidam melhor dos seus problemas e da vida dos seus habitantes. A isto chamamos de compromisso com a melhoria da qualidade de vida.
Não há como evitar chuvas fortes nem como prevê-las com muito tempo de antecedência. Disso todos nós também sabemos. Mas existem maneiras de atenuar os problemas causados pelas chuvas.

Natal conhece há anos os pontos, setores e áreas mais problemáticos quando se trata de períodos de chuvas fortes ou intensas ou nem tanto. Mas, como entender que lagoas de captação continuem transbordando para desespero de moradores que tem suas casas invadidas e propriedades seriamente atingidas? Não há um esquema de emergência que possa ser acionado? 
Como entender ou explicar que uma rua situada numa encosta de morro, exatamente por trás de uma avenida onde prédios luxuosos foram construídos à beira-mar simplesmente seja tragada pelas águas?

Cadê o sistema de alerta aos moradores dessas áreas? Onde foi parar o dispositivo de segurança e fiscalização para o trânsito? Ou ele não existe? 

As redes sociais estão cheias de informações e imagens sobre os danos causados pelas chuvas. Centenas de famílias estão desabrigadas. Vi casas com moveis boiando. Há carros e até caminhões mergulhados em ruas que viraram lagoas. E na tevê aparecem as mesmas personagens de reportagens feitas há mais de 15 anos. 
Reuniões de emergência são necessárias, gestos de solidariedade são bem vistos, mas eles não resolvem o drama de quem perdeu a casa, moveis e carros. Natal precisa cuidar melhor dos seus problemas e dos seus moradores. 
São eles que a mantêm com o dinheiro dos seus impostos. 

Providências como emitir sinais de alerta, efetivar a sinalização, aumentar a vigilância nas ruas e ampliar o bombeamento em lagoas de captação serão bem-vindas e bem vistas pela população. 
Prevenir é bem melhor do que posar para fotos em reuniões de emergência e emitir notas de solidariedade ou mesmo noticiar telefonemas urgentes para autoridades federais. Nossas autoridades não são responsáveis pelas chuvas que são obras da natureza, mas não podem fugir à responsabilidade de preparar a cidade para conviver com elas. E notas, reuniões e telefonemas não são e nunca foram a melhor forma de gerenciar problemas crônicos de uma cidade, Que todos queríamos perfeita, mas sabemos que ela não é.

Fonte: https://www.facebook.com/gersondecastrojornalista

Prefeitura de Extremoz cancela o último dia da Festa de Santo Antonio devido as fortes chuvas em toda a Região Metropolitana



Por precaução de todos os participantes e munícipes, o prefeito de Extremoz, Klauss Rêgo, cancelou o último dia da Festa de Santo Antonio, em virtude das fortes chuvas que ocorrem em Extremoz e Região Metropolitana, impossibilitando, por questões de segurança os dois últimos dias de festa.


Dessa forma, o evento de hoje e os shows que ocorreriam na Arena Cultural de São Miguel Arcanjo, estão cancelados. O prefeito lamenta ter que tomar essa decisão em nome da segurança de todos. "Em 2015 estaremos novamente juntos, sempre com o tema 'Santo Antonio de convida; Extremoz te espera'", disse Klauss Rêgo.

Natalenses se mobilizam para ajudar desabrigados pelas chuvas

Fotos: Marco Polo
Uma grande rede de solidariedade se formou em Natal para ajudar as famílias que perderam suas casas em virtude das chuvas que atingiram a cidade nos últimos três dias. A Prefeitura do Natal iniciou uma campanha para arrecadar esses donativos e a população respondeu prontamente. Foram disponibilizados cinco pontos de entrega: Palácio dos Esportes, Ginásio Nélio Dias, Aeroclube de Natal, Escola Municipal Santos Reis e no CRAS do Planalto. O prefeito Carlos Eduardo esteve neste domingo (15), no Aeroclube e a Escola Municipal Santos Reis para acompanhar o trabalho dos voluntários.

A movimentação nos pontos de arrecadação superou as expectativas e a todo momento chegavam carros lotados com material de higiene, gêneros alimentícios, roupas, colchões e lençóis. No Palácio dos Esportes, a solidariedade moveu a dona de casa Selma Rabelo, que organizou um mutirão no condomínio em que reside para angariar mantimentos em favor das vítimas das chuvas. “Todos ficamos muito sensibilizados com a situação das famílias e resolvemos ajudar com o que podíamos. Esse é um pequeno gesto, mas vai trazer um alento para aqueles que perderam tudo da noite para o dia”, disse ela, emocionada.

O Aeroclube de Natal foi outro ponto de coleta que recebeu um montante significativo de donativos durante todo o dia. Desde as 10 horas da manhã, quando foi iniciada a coleta de materiais, até 17h30, término do recebimento, a equipe dos movimentos Caravana Natal Feliz e Ronda Fraterna, que estavam na organização dos donativos e são pastorais ligadas à Paróquia de Nossa Senhora das Graças e Santa Terezinha, tinha perdido a conta de todo o material entregue
O prefeito Carlos Eduardo esteve no Aeroclube e agradeceu pessoalmente ao presidente do clube, Fábio Macedo, e aos coordenadores das pastorais pelo trabalho voluntário em solidariedade às famílias de Natal atingidas pela chuva. “Não tenho palavras para agradecer a essa grande rede solidária que se formou por toda a cidade. A população natalense está de parabéns”, destacou o prefeito.

O chefe do Executivo municipal determinou à secretária municipal de Trabalho e Assistência Social, Ilzamar Pereira, que coordene todo esse trabalho de entrega de doações. Ela informou que esse serviço já está sendo feito, já que a equipe da Semtas está repassando para as famílias os alimentos perecíveis. O restante do material doado – como roupas, lençóis, colchões e outros alimentos não perecíveis – chegarão aos necessitados ao longo da semana
As doações não estão mais sendo recebidas no Aeroclube e no Palácio dos Esportes, mas continuam a ocorrer no Ginásio Nélio Dias, na Escola Municipal Santos Reis e no CRAS do Planalto. Para mais informações, os interessados em ajudar devem entrar em contato pelos seguintes telefones: 3232-4497 (CRAS Planalto); 8870 3325 e 8870 3340 (Equipe de plantão da Semtas na Escola Municipal Santos Reis). 

Carlos Eduardo garante recuperação da rua Guanabara e novas casas para vítimas das chuvas

Fotos: Marco Polo
O prefeito Carlos Eduardo visitou na tarde deste domingo (15) a área da Rua Guanabara, no bairro de Mãe Luiza, que sofreu com o deslizamento de terra em virtude do forte volume de chuvas que caiu sobre Natal nas últimas 72 horas. O chefe do Executivo municipal observou de perto o estrago causado pelas águas e garantiu aos moradores que a Prefeitura vai reparar os danos da rua e construir novas casas para as famílias que perderam suas residências com o desastre.

Carlos Eduardo conversou com os moradores e informou que nesta segunda (16) irá decretar estado de calamidade em função das chuvas, situação que facilitará o aporte de recursos para a solução definitiva da Rua Guanabara. Ele disse que conversou com o ministro da Integração Nacional, Francisco Teixeira, e o gestor federal garantiu que vai enviar uma equipe de técnicos da pasta para avaliar a realidade local e definir qual o melhor projeto a ser aplicado. O prefeito tranquilizou a população da Rua Guanabara e prometeu agilidade nas ações do Poder Público para minimizar os impactos causados pelas chuvas que já causaram grandes transtornos para a população natalense. “Vamos buscar uma solução definitiva para as questões do saneamento básico e da drenagem da região. O decreto de situação de calamidade vai agilizar todo esse processo”, definiu Carlos Eduardo.
O prefeito vai se reunir na próxima terça-feira (17), no Palácio Felipe Camarão, com uma comissão de moradores afetados pelas chuvas para disponibilizar um cronograma de trabalho que será elaborado pela equipe da gestão municipal. Além disso, a Prefeitura vem atuando pela cidade desde o inicio das fortes precipitações com todas as atenções da estrutura da administração municipal voltada para a minimização dos transtornos causados pela força das águas.

A Secretaria Municipal de Defesa Social (Semdes) implementou um serviço de plantão 24 horas para atender a população em caso de emergência através do número 3232-2525. O Departamento de Defesa Civil, vinculado à Semdes, está trabalhando com um efetivo de mais de 30 homens, realizando o serviço de identificação e interdição de áreas de risco em toda a Natal.

Já a Secretaria Municipal de Trabalho e Assistência Social (Semtas) faz o trabalho de remoção das famílias da área de risco interditada pela Defesa Civil. Além disso, as equipas da Semtas acompanham desde a madrugada do sábado (14) o trabalho de recepção e distribuição das doações feitas pela população para amenizar o sofrimento das famílias desabrigadas (que perderam suas casas) e desalojadas (que estão momentaneamente impedidas de voltar para suas casas) pelos mais 300 milímetros de chuvas que caíram em Natal entre a manhã da sexta-feira (13) e o final da manhã deste domingo (15).

Atendendo determinação do Prefeito de Natal, Carlos Eduardo, e em parceria com o Corpo de Bombeiros e a Defesa Civil do Município, a equipe da Semtas – coordenada pessoalmente pela secretária Ilzamar Pereira – tem organizado a recepção das doações de água, alimentos, medicamento, colchões e cobertores e também providenciado a sua entrega às famílias atingidas, inclusive algumas que ainda estão na Rua Guanabara (uma das mais atingidas, localizada no bairro de Mãe Luíza, Zona Leste de Natal).
A Semtas também está realizando um trabalho de atenção psicossocial com as famílias, bem como o seu cadastramento para que a assistência possa ser planejada, ampliada e estendida àquelas que enfrentam as maiores dificuldades. Além das famílias do bairro de Mãe Luíza, as equipes da Semtas, Defesa Civil e Bombeiros estão monitorando toda a cidade para identificar outras necessidades que deverão ter o mesmo tratamento.

A Prefeitura do Natal também iniciou uma campanha de arrecadação de donativos para as vítimas das chuvas. Neste momento, são necessárias doações de fraldas, materiais de limpeza e higiene. Os pontos para a entrega de mantimentos são: Ginásio Nélio Dias, Escola Municipal Santos Reis e no CRAS do Planalto. Não serão mais recebidas doações no Palácio dos Esportes e no Aeroclube.

Para mais informações, os interessados em ajudar devem entrar em contato pelos seguintes telefones: 3232-4497 (CRAS Planalto); 8870 3325 e 8870 3340 (Equipe de plantão da Semtas na Escola Municipal Santos Reis). 

NOTA OFICIAL


A Prefeitura de Natal informa que nas últimas 36 horas os pluviômetros da Emparn registraram uma precipitação de 221 milímetros na Zona Leste de Natal, enquanto a média pluviométrica registrada na cidade para o mês de junho é de 284 milímetros. A situação mais grave registrada até o momento é a erosão na rua Guanabara.

Diante da situação equipes da prefeitura estão trabalhando no local no atendimento das famílias que tiveram que ser evacuadas. Por precaução a orientação da Defesa Civil do município e do Corpo de Bombeiros foi pela evacuação de dois edifícios na praia de Areia Preta que ficam ao lado da escadaria que rompeu e cujo terreno cedeu carreando uma grande quantidade de material para a avenida Silvio Pedroza.


Não há registro de vítimas até agora. Mas vários locais da cidade enfrentam problemas de alagamento pela excesso de água sobrecarregando o sistema de lagoas do município.


Também houve deslizamento na rua do Condor em função de um muro de arrimo ter cedido.


O prefeito Carlos Eduardo determinou estado de alerta na cidade, deixando todas as secretarias com equipes, material e veículos de sobreaviso durante a noite de hoje e enquanto durar essas chuvas.


A Defesa Civil do município está contando com toda a presteza e colaboração do Corpo de Bombeiros, Exército, Marinha e secretaria de Segurança e Defesa Social e também conta com equipes das secretarias municipais de Assistência Social, Obras, Educação, Serviços Urbanos, Meio Ambiente e Urbanismo, Companhia de Serviços Urbanos, Habitação e Saúde no local dando assistência às famílias atingidas e fazendo a remoção para locais seguros.


A Procuradoria do Município também foi acionada para elaborar um decreto de estado de calamidade pública ou emergência a fim de que sejam tomadas as medidas necessárias para a recuperação das áreas atingidas.


O telefone da Defesa Civil do Município ficará de plantão durante toda a noite. Os casos de urgência e necessidade de atendimento devem ser relatados no 3232-2525.


A Prefeitura informa ainda que utilizará os serviços do twitter alerts através do perfil @156natal para passar novas informações relevantes para a população. 

Prefeitura monitora áreas de risco em virtudes das chuvas

Foto: Marco Polo
A Prefeitura de Natal mobilizou toda a estrutura das suas secretarias e órgãos da administração direta e indireta para minimizar os transtornos causados pelas chuvas que castigam a cidade nos últimos dias. O prefeito Carlos Eduardo se reuniu, no salão nobre do Palácio Felipe Camarão, com toda a equipe de governo, desde o início da manhã deste domingo (15), onde acompanha de perto todas as ações de combate a força das chuvas.

A secretaria municipal de Defesa Social (Semdes) implementou um serviço de plantão 24 horas para atender a população em caso de emergência através do número: 3232-2525. O Departamento de Defesa Civil, vinculado a Semdes, está trabalhando com um efetivo de mais de 30 homens, realizando o serviço de identificação e interdição de áreas de risco em toda a Natal. Neste domingo, ocorreu o deslizamento de uma casa na Comunidade do Jacó, em Petrópolis. Os danos foram só materiais. Ontem, na mesma região, quatro residências desabaram, mas também sem vítimas.

O titular da Semdes, Paulo César Ferreira, informou que foram evacuadas 50 residências entre as ruas Atalaya e Guanabara em Mãe Luiza e os edifícios Aldebaran e Infinity em Areia Preta. Ainda hoje, mais 15 famílias deixaram as suas casas na região da rua Guanabara em virtude do aumento da área de risco no local. Esse trabalho de remoção dos cidadãos atingidos está sendo feito por uma equipe de oito funcionários da secretaria municipal de Assistência Social (Semtas). As familias removidas estão indo para casa de parentes. Para as pessoas que não têm onde ficar foi disponibilizado o Ginásio Nélio Dias. Serão montados três pontos de apoio para as equipes que estão atuando na região da Rua Guanabara e de Areia Preta. A montagem das tendas será feita pelos Fuzileiros Navais da Marinha do Brasil.

Com a diminuição do volume de precipitação e com os trabalhos desenvolvidos pelos órgãos envolvidos a situação está controlada. A Prefeitura pede a colaboração da população para que não se dirija, principalmente, para as regiões da Rua Guanabara e de Areia Preta, para observar os estragos ocorridos. A Defesa Civil recomenda que os curiosos evitem o local, pois ainda há risco de desabamento na região.

A Prefeitura do Natal também iniciou uma campanha de arrecadação de donativos para as vítimas das chuvas. Neste momento, são necessárias doações de fraldas, materiais de limpeza e higiene. Os pontos para a entrega de mantimentos são: Palácio dos Esportes, Ginásio Nélio Dias, Aeroclube de Natal, Escola Municipal Santos Reis e no CRAS do Planalto. Para mais informações, os interessados em ajudar devem entrar em contato pelos seguintes telefones: 3232-4497 (CRAS Planalto); 8870 3325 e 8870 3340 (Equipe de plantão da Semtas na Escola Municipal Santos Reis).

Estão apoiando a Prefeitura nesse combate aos efeitos das chuvas o Corpo de Bombeiros, Policia Militar, Marinha da Brasil e Exército, secretaria estadual de Segurança Pública e Defesa Social, Arquidiocese de Natal, Igrejas Protestantes de várias denominações, além de toda a sociedade civil que está toda mobilizada nessa rede de ajuda a população.
 

quinta-feira, 29 de maio de 2014

Natal: Cidade da Copa...

E em dias de chuva, pouca ou muita, a situação da Avenida Moema Tinoco na Zona Norte de Natal, caminho de turistas, é esta nas fotos abaixo.

Mas é uma das cidades da Copa...


Fotos: Cedidas por Carlos Munay
Cemitério do Pajuçara

domingo, 25 de maio de 2014

Residências no Vila Paraíso são invadidas pelas águas das chuvas e moradores pedem socorro a SEMOPI

 Fotos: Arquivo Pessoal
Rua Olinto Silva no Vila Paraíso – ZN

Os moradores da Rua Olinto Silva no Vila Paraíso pedem a presença de um engenheiro da Secretaria Municipal de Obras Públicas e Infra-estrutura - SEMOPI a fim de ser analisado um meio para esvaziar a água do local acumulada nos dias de chuvas.

Sessenta por cento das residências estão sendo invadidas pelas águas, uma vez que, segundo os moradores, a rua encontra-se com bastante aterro, o que facilita para a invasão.

A sugestão de alguns moradores é que uma máquina retire parte do aterro da Rua Olinto Silva. A comunidade aguarda uma análise da situação da área afetada. Enquanto o estudo do caso não acontece famílias têm suas casas invadidas pelas águas das chuvas.

sábado, 15 de março de 2014

Defesa Civil de Natal atende 31 ocorrências em Natal



Entre quinta-feira (13) e esta sexta-feira (14) a Defesa Civil de Natal atendeu 31 ocorrências na cidade envolvendo inundação de casas, queda de árvores, transbordamento de lagoas de captação e sinais de possíveis deslizamentos de terra. Do total, nove ocorrências foram classificadas como “graves” e uma família precisou ser desalojada.

Desde o início das chuvas, a Prefeitura monitora a precipitação pluviométrica da capital, atuando nos locais onde há mais transtornos. Segundo dados da Secretaria Municipal de Segurança Pública e Defesa Social (Semdes), na quinta-feira (13) em choveu uma média de 95,4 mm em toda a cidade. A Zona Norte foi a mais castigada: só na região caiu 140 mm de chuva. 

A Defesa Civil trabalha com a prevenção e atuação em áreas de maior risco, principalmente nas regiões suscetíveis a deslizamentos de terra e a áreas próximas a lagoas de captação. O trabalho da equipe do órgão é composto, ao todo, de 30 agentes, que estão de sobreaviso durante esse período chuvoso. Para ocorrências, a prefeitura disponibiliza dois números: 3232-3538 ou 190.
Bocas de lobo
A Defesa Civil orienta as pessoas para terem cuidado com o descarte do lixo. Segundo o órgão, parte dos alagamentos que ocorrem na cidade é consequência da obstrução da boca de lobo por conta do lixo jogado no chão.

Cratera se abre na Estrada da Redinha

Uma cratera foi aberta na manhã da sexta-feira (14) na Avenida João Medeiros Filho, em Igapó, com as fortes chuvas que aconteceram na cidade. O trecho dá acesso à ponte de Igapó. 
Foto: Adriano Abreu
O buraco de aproximadamente cinco metros de diâmetro.
Após interdição de dois trechos da via, os motoristas só podem circular por apenas uma faixa. 

Os ônibus estão fazendo uma rota alternativa para amenizar o congestionamento e alguns motoristas estão preferindo trafegar pela estrada da Redinha, sentido Ponte Newton Navarro.


sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

Falta de chuva afeta a capacidade da Amazônia de absorver carbono



Por Karina Toledo
Agência FAPESP – A seca que atingiu a Bacia Amazônica em 2010 foi tão severa que comprometeu até mesmo a capacidade da floresta de absorver o excesso de dióxido de carbono (CO2), considerado o principal gás de efeito estufa. No ano seguinte, com chuva acima da média, a vegetação conseguiu não apenas absorver toda a emissão oriunda de processos naturais como também a resultante de atividades humanas, entre elas as queimadas.

Os dados são de uma pesquisa financiada pelo Natural Environment Research Council (Nerc), do Reino Unido, e pela FAPESP (no âmbito do Programa FAPESP de Pesquisa sobre Mudanças Climáticas Globais) e foram divulgados na capa da edição desta quinta-feira (06/02) da revista Nature.

“São dois cenários extremos que mostram como a falta de chuva modifica a dinâmica da floresta e o balanço de carbono na região. A precipitação pluviométrica, portanto, é um fator que os cientistas que trabalham com previsão climática terão de levar em consideração em seus modelos. Caso contrário, os resultados ficarão muito distantes da realidade”, disse Luciana Vanni Gatti, pesquisadora do Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares (Ipen).

Gatti é autora principal do estudo ao lado de Emanuel Gloor, da Universidade de Leeds, no Reino Unido, e de John B. Miller, do National Oceanic and Atmospheric Administration (NOAA), uma das principais agências científicas norte-americanas focada em questões ambientais. O estudo contou com a participação de pesquisadores do Ipen, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) e do Instituto de Astronomia e Geofisica da Universidade de Sao Paulo. 

Para chegar a tal conclusão, o grupo realizou, ao longo de 2010 e 2011, 160 medições aéreas em quatro locais da Bacia Amazônica: Santarém, Alta Floresta, Rio Branco e Tabatinga. Em cada perfil de avião foram coletadas 17 amostras de ar atmosférico em alturas que variavam até 4,4 quilômetros acima do nível do mar.

“Fazemos um plano de voo indicando para o piloto em quais alturas devem ser feitas as coletas. Ele começa do ponto mais alto e desce em um trajetória helicoidal de aproximadamente 5 quilômetros de diâmetro”, explicou Gatti.

De acordo com a pesquisadora, a representatividade do dado obtido cresce na medida em que aumenta a altura das medições, pois as amostras trazem informações de toda a região que aquela massa de ar passou desde a entrada no continente.

“Medições feitas no nível do solo, por meio de câmeras ou torres, representam apenas a realidade daquele local. Estudos anteriores mostraram que não dá simplesmente para pegar dados de diferentes locais e tirar uma média, pois a Amazônia tem uma diversidade de habitats gigantesca em seus 6 mil quilômetros quadrados de extensão”, disse Gatti.

“Por outro lado, perfis de avião mostram a resultante de todos os processos que ocorreram desde a costa até o local de coleta e não permitem entendermos todas as fontes e seus sumidouros e suas dinâmicas. São trabalhos complementares. O primeiro chama-se estudo top-down (de cima para baixo) e o outro, botton-up (de baixo para cima). Com um entendemos o macro, a Região Amazônica como um todo, e com o outro entendemos o micro, cada compartimento da floresta e suas dinâmicas”, acrescentou.

Com auxílio de um equipamento portátil, a bordo de aviões comuns (táxis aéreos), os pesquisadores coletaram o ar e analisaram, no Laboratório de Química Atmosférica do Ipen, as concentrações de cinco diferentes gases: CO2, metano (CH4), óxido nitroso (N2O), monóxido de carbono (CO) e hexafluoreto de enxofre (SF6).

“O CH4 e o N2O também são importantes gases de efeito estufa, que estudamos no momento. Já a concentração de CO permite estimar o quanto daquela emissão resulta da queima de biomassa. O SF6 permite calcular qual era a concentração de carbono quando aquela massa de ar entrou no continente”, explicou Gatti.
Cruzando dados
Para entender o balanço de carbono no período, os pesquisadores cruzaram os resultados obtidos nas medições aéreas com informações sobre a precipitação pluviométrica dos anos de 2010 e 2011 e dados de monitoramento de queimadas do satélite Aqua Tarde.

“Em 2010, a estação chuvosa foi bem menos chuvosa do que a média dos 30 anos anteriores. O estresse hídrico foi tão grande para a vegetação que aumentou a mortalidade e a taxa de decomposição e modificou o balanço entre fotossíntese e respiração. Tudo isso comprometeu a capacidade da floresta de absorver carbono”, afirmou Gatti.

Para piorar, acrescentou a pesquisadora, o número de focos de queimada detectados em 2010 foi bem maior do que nos anos anteriores. Segundo os cálculos do grupo, a queima de biomassa lançou na atmosfera naquele ano cerca de 510 bilhões de quilos de carbono.

A floresta praticamente só absorveu a quantidade de carbono equivalente ao que naturalmente foi emitido (além de outros processos, desconsiderando a queima de biomassa) – algo em torno de 30 bilhões de quilos de carbono –, sendo que o balanço final foi de 480 bilhões de quilos de carbono emitidos para a atmosfera no ano de 2010.

Em 2011, por outro lado, as queimadas lançaram na atmosfera cerca de 300 bilhões de quilos de carbono e o balanço final da bacia (o que restou na atmosfera das emissões) foi próximo de 60 bilhões de quilos de carbono.

“Foi um ano em que a floresta compensou praticamente tudo que o fogo emitiu. A maioria dos modelos de previsão climática está baseada na temperatura. E vimos que tanto 2010 como 2011 foram anos com temperatura acima da média. A diferença principal foi a chuva”, ressaltou Gatti.

Para a pesquisadora, os resultados alertam para os possíveis impactos nefastos que as alterações no ciclo de chuva causadas pelas queimadas, pelo desmatamento e pela construção de represas poderão causar no ambiente.

Incógnita amazônica
Há pelo menos duas décadas, cientistas de todo o mundo têm se esforçado para entender o balanço de carbono da Bacia Amazônica e descobrir se a floresta é, de fato, o sumidouro de carbono que se imagina. “A Amazônia concentra 50% da floresta tropical do planeta e isso faz muita diferença no balanço global de carbono. É uma incógnita importante nos modelos climáticos”, contou Gatti.
Embora medições aéreas ofereçam dados com maior representatividade regional, avaliou a pesquisadora, é preciso também que o estudo tenha representatividade temporal, ou seja, tenha longa duração.

“Existe uma variabilidade muito grande de ano para ano. Se nos baseássemos apenas nas medições feitas em 2010, que foi um ano completamente anômalo, não teríamos uma ideia precisa do balanço de carbono da Amazônia. Por isso o projeto continua e nossa meta é completar dez anos de medições para ter um dado que realmente represente o balanço de carbono da Bacia Amazônica”, afirmou Gatti.

O artigo Atmospheric science: Drought and fire change sink to source (doi:10.1038/nature12957), de Gatti L.V., M. Gloor, J. B. Miller, C. E. Doughty, Y. Malhi, L. G. Domingues,  L. S. Basso,  A. Martinewski, C. S. C. Correia, V. F. Borges, S. Freitas, R. Braz, L. O. Anderson, H. Rocha, J. Grace, O. L. Phillips e J. Lloyd, pode ser lido por assinantes da Nature em www.nature.com/nature/journal/v506/n7486/full/nature12957.html.

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

APROXIMAÇÃO DE CHUVAS FORTES PODERÁ GERAR ALERTA NO ESTADO

RIO DE JANEIRO / ALERJ


A Assembleia Legislativa do Rio (Alerj) aprovou nesta quinta-feira (06/02), em primeira discussão, o projeto de lei 3.019/10, que traz uma norma sobre como o Estado deve proceder caso o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) aponte aproximação de chuvas fortes no estado. 

A proposta, assinada pelo deputado Dionísio Lins (PP), autoriza o Poder Executivo a, nessas circunstâncias, emitir alerta a toda população do estado, assim como realizar a evacuação de áreas de risco e a suspensão do tráfego em vias sujeitas a alagamento. 

O alerta deverá ser feito com uma antecedência mínima de 24 horas, através dos meios de comunicação. “Com um alerta emitido pelo menos com 24 horas de antecedência, a população poderá se preparar. Atualmente, os sistemas de informação são fundamentais para o preparo e o resguardo de vidas humanas e um bom desempenho de todos os mecanismos de ajuda a todos os cidadãos”, defende o autor do projeto.