quinta-feira, 2 de julho de 2020

“Uma política eficiente que integre três setores, Saneamento, Educação e Saúde nos trará discernimento e coerência nas tomadas de decisão do Executivo Municipal da nossa cidade”, afirmou o pré-candidato a prefeito de Extremoz Major Alberto

“Se eleito for pretendo atuar com muito trabalho, transparência nas ações e atitudes tomadas no ato de governar, principalmente ao lado do povo, ouvindo-os com atenção e respeito” - palavras do pré-candidato a prefeito de Extremoz pelo PSC

O pré-candidato a Prefeito de Extremoz pelo Partido Social Cristão (PSC) o Major da Polícia Militar do Rio Grande do Norte Carlos Alberto da Silva, 53 anos tem como  projeto principal, o que podemos chamá-lo de carro chefe de sua pré-campanha promover a retomada do crescimento do Município de maneira sustentável e num médio espaço de tempo, através de políticas públicas integradas.

“Uma política eficiente que integre três setores, Saneamento, Educação e Saúde nos trará discernimento e coerência nas tomadas de decisão do Executivo Municipal da nossa cidade”, afirmou o Major Carlos Alberto.

Segundo o pré-candidato, “a saúde tem se mostrado ímpar em nosso contexto, tendo em vista que após a pandemia as relações sociais e comerciais não serão mais as mesmas”, afirmou.

De acordo com Carlos Alberto, “após a pandemia as pessoas passarão a usar cada vez mais as novas tecnologias para comprar e vender seus produtos e serviços, os empregos formais ficarão cada vez mais difíceis e aumentará o número de desempregados”.

Conhecedor dos problemas vividos pelos moradores de Extremoz, Alberto destaca uma das ações prioritárias com a finalidade de solucionar as dificuldades.Será necessário investir, a partir dessa política integrada, na preparação e requalificação dos munícipes para o uso das novas tecnologias, no fortalecimento do turismo, da agricultura familiar e do comércio informal como formas de gerar novas oportunidades de emprego e renda”, esclareceu.

O Major prosseguiu em sua explanação: “Precisará também diminuir a estrutura governamental para enxugar as despesas, poder honrar os compromissos com os fornecedores e manter os salários do funcionalismo público em dia”, disse ele.

O pré-candidato destacou ainda: “Dar continuidade aos projetos e as obras importantes e necessárias no campo da saúde, educação, segurança, infraestrutura urbana e rural e da moradia digna”, falou.

“Esses principais pontos serão cruciais para uma gestão pública mais participava e promotora do engajamento dos munícipes extremosenses”, ressaltou o Major Carlos Alberto.

O pré-candidato a prefeito de Extremoz Major Carlos Alberto concluiu que se eleito for pretende atuar “com muito trabalho, transparência nas ações e nas atitudes tomadas no ato de governar” e pontuou: “Principalmente ao lado do povo, ouvindo-os com atenção e respeito”.


Senado Federal aprova PEC que adia Eleições Municipais para 15 de novembro

Aprovada pelos senadores em dois turnos, Proposta de Emenda à Constituição (PEC) segue agora para a Câmara


O Plenário do Senado Federal aprovou, em dois turnos, em sessão remota realizada no último dia 23, a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) nº 18/2020, que adia para 15 de novembro a data de realização do primeiro turno das Eleições Municipais de 2020. Pela proposta, o segundo turno do pleito ocorrerá no dia 29 de novembro. A PEC segue agora para análise pela Câmara dos Deputados, também em dois turnos de votação.

Na sessão, o Senado aprovou o texto substitutivo apresentado pelo relator da matéria, senador Weverton Rocha (PDT-MA), ao conteúdo original da PEC nº 18, proposto por um grupo de senadores.  

O debate sobre a prorrogação das eleições surgiu a partir de alertas feitos por médicos e cientistas ouvidos pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sobre a necessidade de se adiar o pleito, inicialmente previsto para 4 de outubro, devido à pandemia da Covid-19.



Datas

Além de adiar as eleições, a PEC estabelece novas datas para algumas etapas do processo eleitoral de 2020. Pelo texto, as convenções partidárias para a escolha de candidatos e deliberação sobre coligações devem ocorrer entre 31 de agosto e 16 de setembro.

O registro de candidaturas deve acontecer até 26 de setembro, e o início da propaganda eleitoral, inclusive na internet, após 26 de setembro, entre outras datas especificadas.

a prestação de contas dos candidatos (relativas ao primeiro e ao segundo turnos) deve ser apresentada até 15 de dezembro à Justiça Eleitoral, que, por sua vez, deverá publicar a decisão dos julgamentos até o dia 12 de fevereiro de 2021.

A diplomação dos candidatos eleitos deve ocorrer até o dia 18 de dezembro em todo o país. A data da posse dos eleitos (1º de janeiro de 2021) permanece inalterada.

A PEC aprovada também estabelece que outros prazos eleitorais que não tenham transcorrido na data da promulgação da proposta devem contabilizar para seus efeitos o adiamento das eleições, como é o caso das datas-limite para desincompatibilização, que deverão ter como referência os novos dias de realização das votações.

Convenções e propaganda eleitoral

A proposta autoriza os partidos políticos a realizar, por meio virtual, independentemente de qualquer disposição estatutária, convenções ou reuniões para a escolha de candidatos e formalização de coligações, bem como para a definição dos critérios de distribuição dos recursos do Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC).


Os atos de propaganda eleitoral não poderão ser limitados pela legislação municipal nem pela Justiça Eleitoral, salvo se a decisão estiver fundamentada em prévio parecer técnico emitido por autoridade sanitária estadual ou nacional.

No segundo semestre de 2020, poderá apenas ser realizada publicidade institucional de atos e campanhas de órgãos públicos municipais e suas respectivas entidades da administração indireta destinada ao enfrentamento da pandemia da Covid-19 e à orientação à população quanto aos serviços públicos e outros temas afetados pela pandemia. 

Mobilidade de datas 

Se as condições sanitárias em determinado município não permitirem a realização das eleições nas datas previstas, o Plenário do TSE poderá, de ofício ou por provocação do presidente do Tribunal Regional Eleitoral (TRE) respectivo, e após oitiva da autoridade sanitária nacional, definir novas datas para o pleito, tendo como limite o dia 27 de dezembro de 2020.


Nesse eventual contexto, o Colegiado da Corte Eleitoral poderá ainda dispor sobre as medidas necessárias para a conclusão do processo eleitoral, dando ciência do fato à comissão mista do Congresso Nacional que trata do impacto financeiro e na saúde pública da Covid-19.


Caso as condições sanitárias de um estado impeçam a realização das eleições nas datas previstas, o Congresso Nacional, por provocação do TSE, instruído com manifestação da autoridade sanitária nacional, e após parecer da comissão mista do Congresso, poderá editar decreto legislativo definindo novas datas para o pleito, tendo como limite o dia 27 de dezembro, cabendo ao TSE dispor sobre as medidas necessárias para a conclusão do processo eleitoral.

Adequação de normas

A proposta estabelece, ainda, que o TSE fará as adequações das resoluções que disciplinam o processo eleitoral de 2020, de acordo com o disposto na PEC. Diante disso, o texto autoriza o Tribunal a promover ajustes nas normas referentes aos prazos para fiscalização e acompanhamento dos programas de computador utilizados nas urnas eletrônicas para os processos de votação, apuração e totalização, bem como de todas as fases do processo de votação e apuração das eleições e processamento eletrônico da totalização dos resultados, para adequá-los ao novo calendário eleitoral.


Além disso, permite ao TSE fazer mudanças nas regras relativas à recepção dos votos, justificativas, auditoria e fiscalização no dia da eleição, inclusive no tocante ao horário de funcionamento das seções eleitorais e à distribuição dos eleitores no período, de maneira a propiciar segurança sanitária para todos os participantes do processo eleitoral.

Por fim, a PEC dispõe que não se aplica às Eleições Municipais deste ano a regra do artigo 16 da Constituição, segundo a qual a lei que alterar o processo eleitoral não vale para a eleição que venha a ocorrer até um ano da data de sua vigência.

Alertas da saúde

Nos últimos 30 dias, especialistas em saúde participaram de reuniões por videoconferência em que expuseram aos presidentes do TSE, ministro Luís Roberto Barroso, do Senado Federal, Davi Alcolumbre (DEM-AP), e da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), bem como a senadores e deputados os efeitos que a não prorrogação das eleições poderia causar no avanço do novo coronavírus. Os encontros foram uma iniciativa do TSE, que também incluiu nos debates o Senado Federal e a Câmara dos Deputados, no sentido de destacar a urgência desse debate em um momento de pandemia.


No dia 22 de junho, o ministro Luís Roberto Barroso participou de sessão plenária virtual do Senado Federal, na qual debateu – ao lado de médicos, cientistas, senadores e especialistas em Direito Eleitoral – a PEC que permite o adiamento das Eleições Municipais de 2020, em virtude da pandemia da Covid-19. A sessão virtual foi presidida pelo senador Weverton Rocha, relator da PEC.

Na sessão remota do Senado do dia 23, o senador Weverton apresentou relatório e voto sobre a PEC antes de o Plenário daquela Casa deliberar sobre a proposta. Ao final da sessão, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, parabenizou os senadores pela votação histórica que preserva vidas e fortalece a democracia.

 


JUÍZO PRECIPITADO




 Certo dia quando uma senhora ia passando pela rua, viu através da janela da casa do pastor de sua Igreja, uma cena terrível, segundo ela. Imaginem, o seu pastor estava correndo atrás de sua esposa com uma vassoura levantada. Escutava o grito da esposa correndo e via o marido correndo atrás dela. Não teve dúvida! O pastor estava espancando sua mulher.

Espalhou esta notícia pela cidade Foi contando a cada pessoa conhecida que encontrava, e, não satisfeita, começou a contar também às pessoas estranhas. Em pouco tempo toda a cidade sabia da atitude inconveniente do pastor da Igreja.

A liderança da Igreja, diante do fato, reuniu-se e tomou a decisão cabível no caso. Desligou o pastor do seu ministério e comunicou esta decisão ao mesmo. Este, muito sabiamente, aceitou a decisão sem argumentar nada a seu favor.

Apenas fez um pedido. Que no domingo próximo vindouro fizesse um culto de despedida, convidando a todos quanto pudessem comparecer para sua despedida.

No dia aprazado, depois de uma curta, mas edificante mensagem evangélica convidou sua esposa que fosse até a plataforma e explicasse ao público porque ele estava sendo despedido.

Disse ela em alto e bom som: Meu marido está sendo desligado da Igreja, por um Juízo Precipitado!

Estou sabendo que a decisão do desligamento dele é motivada por espancamento à minha pessoa. Eu nunca reclamei a ninguém sobre isto, e nem poderia porque o que realmente aconteceu foi que num determinado dia, quando eu fazia a faxina na casa, apareceu um ratinho, que começou correr pelo cômodo. Eu, como tenho medo de rato, comecei a gritar e correr. Meu marido vendo isto apanhou uma vassoura e começou a correr atrás do rato para matá-lo.

Se este fato é motivo para seu desligamento da Igreja, iremos embora para outra cidade, se não, gostaria que a pessoa que espalhou a falsa notícia sobre meu espancamento, viesse até aqui, pois estamos (eu e meu marido) prontos a perdoar essa pessoa pelo engano cometido.

Todos os presentes sabiam quem havia espalhado aquela notícia, por isso a "senhora" não teve outro jeito, senão ir até lá e pedir perdão. Diante disso, o pastor disse a "senhora": Eu te perdôo, mas a irmã terá que cumprir um pedido que vou fazer, tudo bem? Ela respondeu afirmativamente.

Diante desta resposta o pastor deu-lhe a seguinte incumbência: "Você apanhe um travesseiro de penas, vá até o alto do morro num dia de vento forte, e solte todas as penas no ar" (isto é fácil, deve ter pensado a senhora). Mas o pastor continuou: "No dia seguinte volte e recolha todas as penas e recomponha o travesseiro para ficar do jeito que era antes".

Ah!  Pastor, isto é impossível! Depois que o vento espalhar as penas eu não conseguirei mais ajuntá-las. "Pois foi exatamente isto o que você fez com minha vida! Depois que você espalhou aquela falsa notícia, eu nunca mais terei o mesmo conceito com as pessoas desta cidade".

Mudaremos para outra cidade, mas deixamos aqui esta lição a todos os presentes: "Nunca julguem ninguém precipitadamente, e não espalhem o que não se pode recuperar".

Palitot.

Série de entrevistas com pré-candidatos a vereador prossegue nesta 2ª edição de junho do Clarim Natal

Nesta segunda edição do Jornal Clarim Natal o leitor e eleitor tem a oportunidade de saber quem são os pré-candidatos a vereador de Natal, o que pensam para o município e o que pretendem apresentar neste pleito.

Se você é um pré-candidato e quer ser entrevistado, entre em contato conosco.

Nossos entrevistados serão os pré-candidatos (as) a vereador(a) de Natal Paulo Peixe, Valda Maria e Sena.

Fique de olho e confira!

Páginas 06 a 11

Nosso 23º (vigésimo terceiro) entrevistado da série é o pré-candidato a vereador de Natal, Paulo Peixe, morador da Zona Norte que em entrevista falou sobre seus projetos futuros e sua bandeira de destaque que poderá ser espelho do seu mandato, caso seja eleito.

Ainda em conversa, ele comentou sobre a ZN, avaliando os serviços públicos na região. 

Páginas 06 a 08

 

A 24ª (vigésima quarta) entrevistada é a líder comunitária Valda Maria, pré-candidata a vereadora de Natal, que entre inúmeros assuntos falou sobre seu propósito de ocupar uma das 29 cadeiras na Câmara Municipal de Natal e também a respeito da participação de mulheres na política. Em conversa ela comentou a aceitação ao seu nome nas ruas do município.

Páginas 09 e10

 

O 25ª (vigésimo quinto) entrevistado da série é o pré-candidato a vereador de Natal Francisco de Sena, mais conhecido como Sena que falou a respeito de alguns projetos que fazem parte de sua pré-candidatura, e sua bandeira de destaque que poderá ser espelho do seu mandato, caso seja eleito. Durante entrevista Sena fez avaliação sobre os serviços públicos na Zona Norte de Natal.

Página 11


 

 


Clarim Natal - 2ª Edição de Junho 2020





















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Dicas de Português







terça-feira, 23 de junho de 2020

“Minha pretensão de lançar-me pré-candidato se dá por um projeto coletivo de amigos, e traduzir esse sentimento, na defesa dos menos assistidos” - Palavras do Técnico de Enfermagem


Nosso 22º (vigésimo segundo) entrevistado da série é o pré-candidato a vereador de Natal, Paulo César Pereira, conhecido como Paulo Enfermeiro, morador da Zona Norte de Natal, que falou a respeito de seus projetos futuros e suas expectativas para o período eleitoral.
O técnico de Enfermagem falou também sobre vários assuntos, entre eles os anseios da população e muitos outros temas. 
Confira a entrevista completa!

Paulo César Pereira, 52 anos, Casado, três filhos e um neto, natural de Natal e oriundo da Brasília Teimosa.
Concluiu o Nível Superior e sua profissão é Técnico de Enfermagem e Assistente Social.
Exerce cargo público na Câmara Municipal de Natal.

JORNAL CLARIM NATAL - Por que se lançou como pré-candidato a vereador de Natal?     
PAULO ENFERMEIRO A minha pretensão de lançar-me pré-candidato a vereador em Natal se dá por um projeto coletivo de amigos, e traduzir esse sentimento, na defesa dos menos assistidos, onde em todo o período de eleição são subestimados e enganados por mentirosos, que ao galgar a cadeira na Câmara Municipal de Natal viram as costas e só retornam na eleição seguinte.

JCN - Filiado a qual partido?
PAULO ENFERMEIRO Estou filiado ao MDB (Movimento Democrático Brasileiro)

JCN - Quando você iniciou na política?
PAULO ENFERMEIRO -  Penso que iniciei na política no ano de 1998, quando conheci o Dr Franklin Capistrano na Casa de Saúde Natal, onde eu trabalhava. Daí iniciamos um trabalho pela Pastoral da Saúde em várias comunidades de Natal, onde minha função era organizar os atendimentos nas quatro regiões com seus coordenadores locais da Pastoral da Saúde.

JCN - Qual é a sua visão de política? 
PAULO ENFERMEIRO - A minha visão de política é holística. Porém, no meu entendimento atual vejo uma grande dificuldade em mudança, se a sociedade não quer mudar, já que o poder emana dela.

JCN - Quais são as suas expectativas para o período eleitoral de 2020? 
PAULO ENFERMEIRO - A minha expectativa sobre as eleições deste ano ainda é de incerteza. Mas, conforme palavras do Ministro Barroso haverá eleições até dezembro.

JCN - Qual é o papel do vereador? 
PAULO ENFERMEIRO - O papel do vereador é totalmente diferente do que a maioria dos vereadores da legislatura atual faz. Existe muito assistencialismo e o papel de fiscalizador passa longe por essa maioria. As leis em sua maioria não são executadas como deveriam.

JCN - Como está hoje a aceitação ao seu nome nas ruas do município?
PAULO ENFERMEIRO - Imagino que a sociedade aos poucos vem se conscientizando que a mudança se faz necessário para uma metamorfose. Venho de duas eleições diferentes que trago uma crescente de números. Claro que o cenário atual traz um pensamento do eleitor revoltado e sem querer votar, o que não acho ser o caminho. Porém, acredito que o nome PAULO ENFERMEIRO foi construído e é hoje conhecido não só em Natal, mas no Rio Grande do Norte. Por isso penso ter uma aceitação, já que nosso trabalho se apresenta todos os dias, de domingo a domingo, através do projeto Saúde na Tenda e o trabalho pastoral que desenvolvo há 25 anos com paroquiano da Paróquia Dom Bosco. Finalizo acreditando que existe uma boa aceitação.

JCN - Quais projetos farão parte de sua pré-candidatura? Cite os principais.
PAULO ENFERMEIRO - Tenho projetos voltados a minha categoria da Enfermagem, ao qual será minha principal bandeira. Vejo ainda o preconceito de como são tratados os profissionais da rede privada, precisamos definir um piso salarial para eles. Que a Lei do Descanso seja de fato executada, já que copiaram de nós na CMN, porém não fiscalizam para punirem os proprietários dos hospitais e clínicas; as 30 horas para o setor privado que também não é contemplada e ainda um serviço móvel de profissionais para atendê-los trimestralmente para cultuar a proposta da prevenção ao profissional que cuida e não se cuida por falta de tempo; e sem falar do incentivo por produtividade nas UBS em destaque, por redução das doenças mórbidas e arboviróticas. Essas falo como destaque, porque temos vários projetos para idosos; um Centro de Imagem para as regiões onde não tem; um Hospital Animal na Zona Norte, etc. O artigo 6 da Constituição Federal de 88 será nossa linha para o desenvolvimento de projetos.

JCN - Qual sua bandeira de destaque que vai ser espelho do seu mandato, caso seja eleito?
PAULO ENFERMEIRO - A minha Bandeira de destaque o meu próprio nome fala, a ENFERMAGEM, mas darei também destaque a temática dos RESERVISTAS que serviram as forças armadas, já que servem temporariamente às Forças Armadas e ao darem baixas São tipo escanteados para a vida civil, sem indicação ao mercado de trabalho.

JCN – Como líder comunitário e morador da Zona Norte você conhece de perto os anseios da população. Quais projetos você destaca para esta região?
PAULO ENFERMEIRO - Me considero um colaborador social que busco dar minha parcela. Temos vários problemas em nossa região Norte, que é esquecida por várias gestões que passaram. Por que a Avenida Tocantínia não pode ser igual a Prudente de Morais? Assim como a Felizardo Moura, Moema Tinoco, Fronteiras e outras como a Boa Sorte, João Luiz da Silva, a João Medeiros Filho e ainda sem esquecer a Avenida Santarém, será que isso não é esquecimento?

JCN - Você se inspira em alguém na política?
PAULO ENFERMEIRO -   Estive ao lado de uma pessoa que até hoje admiro, que é o Dr Franklin Capistrano, mesmo sem me dirigir a palavra hoje, pois as razões pra mim são inexplicáveis, já que o ajudei mais de 15 anos. Trago comigo um legado de humildade e de simplicidade que ele sempre demonstrou enquanto estivemos juntos, uma vez que o tinha como a figura de um pai, e isso me credenciou a ter quase sua votação na Zona Norte em 2016. Admiro também Enéas e Cristóvão Buarque.

JCN - O pré-candidato é conhecedor dos problemas que afetam a cidade? Quais precisam ser tratados com prioridade?
PAULO ENFERMEIRO - A nossa cidade tem muitas demandas, por exemplo, a falta de infraestrutura, acessibilidade aos portadores de necessidades especiais, sinais sonoros para os que têm redução da visão, piso adequado nas faixas de pedestres para deficientes visuais, uma organização para beneficiar o pequeno empreendedor, exemplo os camelódromos que não são de qualidade para uma melhor acomodação dos camelôs. Vivenciamos ainda a má qualidade dos transportes que pagamos muito caro e não temos o conforto ideail.

JCN - Você é a favor ou contra a candidatura avulsa? Por que?
PAULO ENFERMEIRO - Sem generalizar, vejo que a maioria dos partidos tem seus donos, e isso se torna uma negociação entre alguns deles, que de acordo com os prazos eleitorais, doam legenda para os que servirão de esteiras e negociam aos ricos, duas a três vagas, lhes garantindo a eleição dos mesmos. Vamos ter esse exemplo agora com os chapões que foram formados entre PDT e PSDB, que será uma forma de tentarem a sobrevivência de alguns mandatários. Por essa razão eu sou um dos defensores das candidaturas avulsas, onde entendo que poderíamos ter mais qualidade nos resultados das eleições. Deixo claro que esse exemplo que citei, existem em todo o Território Nacional. Nas eleições de 2016 lembro que uma cidade do Maranhão fez aliança entre PT, PCdoB e DEM (rsrs), siglas de ideologias totalmente diferentes, porém para não se perderem o poder vendem a alma ao diabo.

JCN – Você é a favor ou contra o adiamento das eleições? por que?
PAULO ENFERMEIRO - Como profissional da Enfermagem sou a favor da vida, mesmo eu torcendo que as eleições aconteçam esse ano, se for para preservar vidas, principalmente as de inocentes. Eu penso que não deverá haver as eleições, mas o ministro Barroso vem dando sinais e garantindo que não passará um dia do prazo, Deus sabe de tudo e o homem nada sabe. Por isso eu digo, eu só sei que nada eu sei.

JCN – Como você pretende atuar se eleito for?
PAULO ENFERMEIRO - Pretendo atuar conforme prego na teoria. Quem conhece minha luta sabe que sou elétrico, e o que me alimenta o dia a dia é tentar servir a alguém que precisa. Faço por amor e sem ninguém me forçar, até porque não sou obrigado, mais o dom quem me deu foi DEUS. A verdadeira atuação que deve ser passada por qualquer parlamentar tem de ser produzida sempre pelo sentimento da verdade e empatia.

JCN – Qual mensagem gostaria de deixar?
PAULO ENFERMEIRO - A mensagem que deixo para toda a sociedade natalense, é que não desista de lutar, pois  sabemos que estamos vivendo um momento muito delicado, por culpa do próprio homem que quer ser melhor que DEUS. Mas peço àqueles das mais diversas religiões e que têm DEUS como o centro da Fé, que façam mais forte as suas orações, profecias de mudanças. Somos um país rico e abençoado por Ele, e a Fé remove montanhas.
Queria deixar aqui meus agradecimentos a todos e todas que fazem comigo, o Projeto Saúde na Tenda com Paulo Enfermeiro e amigos, em especial ao meu vice coordenador Marcos Sousa que foi um grande presente me dado por Deus, homem corajoso que vem somando com nosso sonho. Ainda minha gratidão aos agentes de Pastoral da Saúde, meus amigos paroquianos da Paróquia Dom Bosco e os meus irmãos Veteranos Reservistas do Exército Brasileiro. Aos meus familiares que pra mim aqui na terra é a minha base para eu seguir em frente, e claro, que a este Jornal que me solicitou essa entrevista para mostrar um pouco da nossa história, desejos e projetos.