Fotos: Arquivo pessoal
ANTES - Área da faixa de pedestres e ponto de ônibus antes da colocação da
iluminação
DEPOIS - Área da faixa de pedestres e ponto de ônibus após colocação da
iluminação
Facilitando
a visibilidade dos condutores de veículos, trazendo segurança para a população
local, e diminuindo o índice de assaltos na área, a Secretaria Municipal de
Serviços Urbanos (SEMSUR) instalou no dia 12 de Novembro, um braço com
luminária, completo na faixa de pedestres localizada em semáforo próximo ao
antigo posto da Skol na Avenida Tomaz Landim.
Segundo Marcelino
Neves, morador
do Parque dos Coqueiros, a
colocação da luminária atendeu à solicitação de ofício enviado à SEMSUR, no dia
04 do mesmo mês. Na área onde foi colocada a iluminação possui um ponto de
ônibus.
“Essa
solicitação se deve ao fato que anteriormente a área da faixa de pedestres
estava muito escura trazendo insegurança para as pessoas que por ali transitavam
diariamente”, ressaltou Marcelino.
Por enquanto Marcelino conseguiu a benfeitoria para a área de Natal, “mas ainda resta o outro lado que é de competência do município de São Gonçalo do Amarante”, frisou.
Marcelino Neves já entrou em contato com o presidente do Conselho Comunitário do Golandim, Jadismar Lima que se prontificou em procurar as autoridades competentes de São Gonçalo para que seja colocada iluminação na faixa de pedestres na área que faz parte do município, já que a BR 101 Norte divide os dois municípios (Natal e São Gonçalo).
Marcelino falou que aguarda resposta do Ministério Público Federal com relação ao ofício enviado ao Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) pedindo a colocação de defensas com a finalidade de proteger o semáforo contra possíveis colisões de automóveis.
“Este
ofício foi respondido pelo DNIT dando o prazo de sessenta dias para a
implantação das defensas, só que o tempo já foi vencido e até agora nada foi
feito por parte departamento”, lembrou e enfatizou: “Um novo ofício deverá ser
enviado pedindo explicações pelo não cumprimento do prazo e consequente atraso
na obra”, concluiu Marcelino.


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