sábado, 8 de fevereiro de 2025
Banda Infantil A Turminha Natal
quarta-feira, 5 de fevereiro de 2025
Entrevistas Esportivas com Marcos Souza retornam ao Clarim Natal/RN
Marcos
Souza está de volta com a página esportiva Clarim Esporte no Jornal Clarim
Natal/RN com diversas entrevistas voltadas para o mundo do esporte.
Confira
na íntegra a entrevista.
Marciano
da Silva, 47 anos, nasceu em 1977, natural da Cidade de Ceará Mirim/RN, ex-atleta
profissional, atuou na posição de Lateral esquerdo, onde passou por diversas
equipes como: ABC FC, CEARÁ, POTIGUAR, GREMIO/RS, AMÉRICA/RN, AMÉRICA/MG, PARANÁ,
CRB, CSA, BOTAFOGO/PB, SANTA CRUZ/RN, EST- AMADORA (PORTUGAL), ALECRIM/RN, CENTRAL
DE CARUARU.
MARCOS
SOUZA -
Dentre muitas equipes por onde você passou, qual delas mais lhe marcou?
MARCIANO - O Alecrim foi meu
primeiro time que fiz o teste, mas não passei. Quis Deus que eu rodasse o
Brasil e quando vim jogar em Natal o técnico Diá me chamou para fazer parte do
Alecrim e a gente subiu o Alecrim pra série C. O Alecrim também está no meu
coração. Mas todos os times citados anteriormente são importantes na minha
carreira.
Entre
estes times que joguei não posso dizer que fui melhor em um que outro, porque
joguei em todos. Então, acho que fui muito bem.
Mas, todo
mundo sabe que a minha história no ABC foi muito linda. Foram 14 anos saindo e
voltando. Minha maior passagem foi pelo ABC. Eu era sempre emprestado. Por isso
digo que o ABC é um time marcante na minha história como atleta.
Dois
times que também adorei ter jogado foi o Paraná e o Atlético Mineiro.
MARCOS
SOUZA -
Quem ou o que te inspirou a começar?
MARCIANO - A minha inspiração
pra ser jogador de futebol vem de dentro de casa, da minha família, meu pai e
meus tios foram jogadores e eu sonhava em ser como eles que eram bons jogadores.
MARCOS
SOUZA -
Qual foi o momento mais memorável da sua carreira?
MARCIANO - Eu comecei minha
carreira no ABC, quando joguei minha primeira partida como profissional me
senti realizado, o sonho de chegar até o ABC e fazer o que eu fiz ali durante
14 anos, mostrar meu futebol, sempre jogando bem, sempre agradando a torcida do
ABC.
MARCOS SOUZA - Você tem uma história bonita dentro do ABC Futebol Clube, qual jogo mais importante que você atuou pela equipe?
MARCIANO - O jogo mais importante na minha história no ABC eu considero o título de 2005 no Machadão. A gente estava jogando o fino da bola.
MARCOS
SOUZA -
Para a gente fechar essa entrevista, o que o ABC FC representa para você?
MARCIANO - O ABC faz parte da
minha história, da minha vida. Hoje, sou reconhecido no Rio Grande do Norte, no
Brasil inteiro por conta do ABC, que faz parte da minha história.
Se eu
viver cem anos vai ser cem anos falando do ABC. Ficar velhinho falando da minha
história dentro do ABC. Então o que o ABC representa pra mim é a minha
história. Graças a Deus uma história linda. Só tem é que agradecer àqueles que
me ajudaram muito, o presidente Judas Tadeu, Leonardo Arruda, Jailson Santana,
foram os presidentes que encontrei ali. Então, só tenho que agradecer a ele.
Destaques do Mês de dezembro 2024
Formatura do ABC do Colégio e
Curso Absoluto foi um momento de muita emoção
Fernando Luiz no ITEP/RN ao lado do Dr Marcos Brandão e a Dra Marcela, pessoa de comunidade que que esteve presente, ajudando pessoas carentes. Entregamos o certificado de Bom Cidadão Comunitário de Natal e no Estado do Rio Grande do Norte a FENAC e FECAP/RN
Maria Ivanira da Silva,
presidente do Centro Desportivo Cidade do Sol e do Conselho Comunitário, foi
uma das homenageadas através do Movimento Comunitário de Natal que realizou a
solenidade para homenagear os líderes comunitários que têm se destacado em suas
respectivas áreas de atuação.
No Ritmo das Bandas Marciais
Você irá conhecer as
diversas Bandas, como espaços de inclusão social e aprendizagem da juventude,
tanto musical quanto cidadã, seus regentes, e desafios.
Confira a
entrevista com a Maestrina da Banda Marcial
Presidente Roosevelt de Parnamirim/RN Alcilene de Lima.
Alcilene Costa de Lima, 25 anos, nasceu em Natal/RN, solteira. Além de regente da Banda Marcial Presidente Roosevelt de Parnamirim/RN há um ano, apesar de totalizar cinco anos à frente de Banda Marcial, trabalha como recepcionista.
JORNAL CLARIM NATAL/RN - Como chegou a ser maestrina/regente?
MAESTRINA ALCILENE - Obtive o meu primeiro
espaço ainda sendo aluna de uma Banda Marcial de Parnamirim em 2016, onde criei
o amor e em 2018 assumi a minha primeira Banda Marcial e estou até hoje, em
2024.
JORNAL CLARIM NATAL/RN - Qual a importância de uma mulher estar à frente de uma Banda Marcial como maestrina?
MAESTRINA ALCILENE - Representatividade,
onde consigo expressar, estimular e ajudar mulheres a conquistar mais lugares
de fala. E este ano, conquistamos dois lugares, pois existem duas mulheres a
frente da minha banda, eu e Lenira Valeska.
JCN - A
Banda é composta por quantos membros?
MAESTRINA ALCILENE - Atualmente, a Banda é
composta por 50 alunos.
JCN - Qual é a sua grande vitória como regente?
MAESTRINA ALCILENE - Conquistar o meu lugar
no meio de tantos preconceitos, falas negativas de rebaixamento e olhares
maldosos.
JCN - As Bandas Marciais e Bandas de Música são espaços de
inclusão social? Por quê?
MAESTRINA ALCILENE - Sim!
Atualmente na minha banda contém alunos com espectro autista, e com TDAH, laudado. Os próprios pais me procuraram após os desfiles e me informaram que a banda marcial ajudou bastante no desenvolvimento e gostaram bastante do resultado no final. A Banda Marcial deve ser um dos espaços de inclusão, e aconselho a professores e maestros a nunca negarem a entrada deles.
JCN - Na realidade, qual o papel social das Bandas, Fanfarras e
Orquestras?
MAESTRINA ALCILENE - A música tem o poder de
juntar as pessoas, em qualquer área musical. Seja bandas fanfarras, orquestras,
marciais… Elas oportunizam o aprendizado, integram o estudante no ambiente
escolar e contribui para a melhoria de cada um.
JCN - Qual a atual situação das Bandas Marciais, de Música,
Fanfarras e Filarmônicas com relação ao apoio do poder público?
MAESTRINA ALCILENE - Precárias! Não temos recursos vindos do poder público, somos nós que fazemos o impossível para conseguir ir a um desfile, ou efetuar a compra de materiais e entre outras situações.
JCN - Você
acha que onde existe o trabalho com jovens envolvidos com Bandas Marciais o
cenário se transforma? Por que?
MAESTRINA ALCILENE - Sim, a música transforma vidas. E desta forma, podemos trazê-lo com mais facilidade para perto e tirá-los de locais onde não trará bons momentos.
JCN - Quais os principais desafios para colocar uma Banda na rua, através de desfiles cívicos?
MAESTRINA ALCILENE - A falta de materiais é
um dos primordiais, pois, se o instrumento não tiver adequado para o aluno(a),
não podemos sair. Outro mais preocupante são os ônibus, onde leva e traz os
alunos, que por muitas vezes é um valor alto a qual não conseguimos com os alunos
e nem com a Prefeitura.
JCN - Algumas
Bandas Marciais vêm desaparecendo. Você acredita que o motivo seria um reflexo
da desvalorização da cultura local, bem como a ausência de atividades regulares
de arte nas escolas, que inclui ensaios permanentes?
MAESTRINA ALCILENE - Infelizmente, sim!
E também da falta de interesse da prefeitura
faz com que as escolas não tenham muitas escolhas em organizar bandas marciais.
A grande maioria dos maestros não querem assumir tamanha responsabilidade por
falta de recebimento, pois, é um trabalho voluntário, onde só assume quem
realmente ama. E isso faz com que a cada ano veem desaparecendo as bandas.
terça-feira, 4 de fevereiro de 2025
João Dantas recebe Certificado de Reconhecimento e Atuação no ano de 2024
João Batista Dantas, 46 anos,
casado, natural de Janduis/RN, é Motorista de Ônibus e Micro Empreendedor
Individual e a sua comunidade é o Conjunto Além Potengi, Zona Norte de
Natal.
Seu principal projeto?
Escolinha de Formação
Profissional e Aperfeiçoamento de Motoristas
(Treinamento Para Habilitados
e Iniciantes na Categoria D)
Um pequeno balanço de suas
atividades em 2024
Este ano trabalhamos na
melhoria de nossa comunidade, trazendo melhor iluminação, reforma da praça,
limpezas de galerias e algumas ações sociais.


























































