domingo, 16 de fevereiro de 2020

Você Faz a Diferença

O Jornal Clarim Natal dá continuidade nesta edição à série de homenagens a personalidades que fazem a diferença, contribuindo com seu profissionalismo e mudando a qualidade de vida das pessoas.


Muitas vezes, mesmo com falta de estrutura não desistem da missão de ajudar, encaminhar, cuidar, orientar, capacitar, criar oportunidades, etc.

E através desta página homenagearemos pessoas que, com suas trajetórias de vida, influenciaram direta e indiretamente a história de muitas outras, tornando o mundo um pouco melhor.

Nosso homenageado é o Tenente Coronel Manoel Kennedy.

Manoel Kennedy Nunes do Nascimento nasceu em 1964, na Rua Rio Potengi, Bairro das Quintas em Natal/RN.

Tem uma irmã do primeiro casamento de seu pai e ao longo do tempo, conheceu mais seis irmãos por parte de pai.

É casado, tem quatro filhos, sendo um homem e três mulheres. Sobre sua religião, ele é católico.

Na sua trajetória de vida, “morei no querido Bairro das Quintas, de onde saí aos 15 anos para morar no Conjunto Santa Catarina, Igapó, Parnamirim, Distrito de Massaranduba em São Gonçalo do Amarante, voltando para a Zona Norte, onde resido até hoje, no Conjunto Cidade das Flores”, relatou Kennedy.

Iniciou seus estudos no Grupo Escolar Felizardo  Moura, na Avenida Mário Negócio, depois foi para a Escola Técnica de Comércio de Natal, onde terminou o 2º grau em Administração de Empresas. No Ensino Superior, passou 04 anos cursando Filosofia na UFRN, onde fez minha primeira pós-graduação em Polícia Comunitária.

Profissionalmente, Manoel Kennedy teve como primeiro emprego no antigo Mercadão das Tintas e depois Lojas das tintas no Alecrim. Foi ascensorista (cabineiro de elevador) do Banco do Brasil do Alecrim, de onde saiu para trabalhar de garçom no Hotel Residence em Lagoa Seca, saindo para trabalhar na Estamparia da Coteminas no Igapó e de lá para ingressar na Polícia Militar do Rio Grande do Norte.

Na PM/RN, ingressou como Soldado em 1989, promovido a Cabo em 1992 e 1993, após ser aprovado em concurso, viajou para Minas Gerais para o Curso de Formação de Oficiais, voltando em 1996 como Aspirante na PM/RN, posteriormente sendo promovido a 2º e 1º Tenente, Capitão, Major e Tenentecoronel. 

Manoel Kennedy é Policial por vocação. “Sempre admirei o certo, a lei e a ordem. Vejo o Policial como um aplicador da lei e da justiça, onde podemos dar nossa colaboração aos mais fracos e oprimidos, dentro da legalidade”, observou Coronel Kennedy.

Atualmente trabalha na área de Fiscalização de Trânsito como Subcomandante do CPRE (Comando de Polícia Rodoviária Estadual).


Kennedy falou sobre a participação de movimentos.  “Politicamente falando, frente aos amigos que consegui ao longo da minha profissão, tenho apoiado algumas candidaturas na esfera municipal, estadual e federal, além dos movimentos comunitários, onde tenho amigos e conheço um pouco da doutrina”, comentou.

Para Kennedy a Política significa “trabalho sério pelo social com o compromisso de todos no sentido de com o mínimo, buscar fazer o máximo”, ressaltou.

Manoel Kennedy tem como marca “o fato de por mais de seis anos, comandar o 4º Batalhão de Polícia Militar do RN, responsável por toda Zona Norte e ter feito um trabalho em conjunto com meus comandados e a comunidade, com grande aceitação e ótimos resultados”, lembrou o Tenentecoronel.

Ao questioná-lo sobre qual lição de vida gostaria passar para sua posteridade, respondeu: “É que Deus está presente a todo momento em nossa vida. Por isso, ame o próximo, perdoe, faça o bem e tudo terá como retorno, assim como se fizer ao contrário, também receberá”.

O que mais Kennedy gosta de fazer é “ficar em família”, destacou.
Ao questionar o que o faz parar e pensar ele respondeu: “Quando vejo a maldade do ser humano contra seu semelhante”, relatou.

Ao indagar Manoel Kennedy, como descreve sua personalidade, a resposta foi a seguinte: “Minha personalidade é de acordo com as adversidades mas, se tudo está sob controle, prefiro a paz”.

Com poucas palavras Kennedy respondeu:
Jesus – É tudo
Família – Obra de Deus
Amigos – Indispensáveis
Trabalho – Dignidade
A vida – Uma passagem rápida
Uma frase – “Só serve para viver, quem vive para servir!”
Encerrando a entrevista questionamos: Quem é Manoel Kennedy? Que respondeu: “É um ser pensante que luta pela paz e pelo amor entre os seus semelhantes”.

Frase - “É um ser pensante que luta pela paz e pelo amor entre os seus semelhantes”








Encerramento das atividades de 2019 do Círculo Operário de Igapó

O encerramento das atividades do ano de 2019 do Círculo Operário de Igapó aconteceu no dia 15 de dezembro e contou com as presenças dos componentes dos Círculos Operários de Caicó e Mãe.


Encerramento do Grupo de Mulheres do Círculo Operário 
de Igapó



“Ouvi os anseios da população, motivando minha pretensão de lançar meu nome como futuro pré-candidato a Vereador de Natal”, afirmou o Subtenente Fábio Valle

O segundo entrevistado da série é o Subtenente Fábio dos Santos Valle, postulante à pré-candidatura de Vereador em Natal. 

Confira a entrevista completa!
 
O Subtenente da Polícia Militar do Rio Grande do Norte e Instrutor de Trânsito Fábio dos Santos Valle, 48 anos, casado, tem dois filhos, uma neta, nasceu em Fortaleza-CE e é formado em Administração.

JORNAL CLARIM NATAL - Por que pretende se lançar como pré-candidato a vereador de Natal?
SUBTENENTE VALLE - Hoje percebo ao olhar para trás, nas minhas caminhadas a pouco mais de vinte anos, a contribuição na vida de muitas pessoas, seja de ordem pessoal ou profissional, referente a aquisição da primeira habilitação, renovação e de capacitação. E que diante do processo ensino-aprendizagem, ouvi os anseios da população, motivando a minha pretensão de lançar meu nome como pré-candidato a Vereador de Natal.

JCN - Filiado a qual partido?
SUBTENENTE VALLE - Policial Militar da ativa para ser candidato não pode se filiar, é escolhido em convenção partidária. A filiação só acontece se for eleito ou quando está na reserva.  Recebi o convite do Partido Social Cristão (PSC).

JCN - Você já foi ligado a algum político?
SUBTENENTE VALLE – Não

JCN - Quando o senhor deu início a vocação política?
SUBTENENTE VALLE – Em outubro do ano passado, quando meu cunhado Bruno Carlos, por vários convencimentos, mostrou minha capacidade para o pleito.

JCN - Qual é a sua visão de politica?
SUBTENENTE VALLE – Na qualidade de cidadão, fazer o que compete e algo a mais, já contribui para a sociedade. Além de cidadão e, dentro da Política de forma efetiva, vejo que a contribuição para a sociedade, se transforma em um somatório de forças para Natal entrar nas engrenagens do desenvolvimento, daí quero fazer parte dessa história.


JCN - Quais são as suas expectativas para o período eleitoral de 2020?
SUBTENENTE VALLE – Bem positivas. Vejo que as peças imprescindíveis para um crescimento satisfatório da cidade de Natal, ainda NÃO estão perdidas.

JCN - Qual é o papel do vereador?
SUBTENENTE VALLE – Entendo que a palavra Vereador, significa....”vereda”...“trilha”....que orienta os caminhos. Em resumo, o vereador é a ligação entre o poder executivo e o povo. Tem que estar a par das necessidades da sociedade, analisar essas necessidades e transformar em projetos de lei, para posteriormente, propor aprovação na Câmara Municipal. E principalmente, fiscalizar se o poder executivo está colocando as demandas em prática, assim como dar retorno para a sociedade.

JCN - Como está hoje a aceitação ao seu nome nas ruas de Natal?
SUBTENENTE VALLE – Aonde chego falando sobre o assunto, sinto uma excelente recepção, logo, aceitação bem positiva.

JCN - Qual a sua história de vida, no que se refere à sua atuação de pública?
SUBTENENTE VALLE –- A partir dos 12 anos de idade, lembro que minha mãe estava a frente de uma campanha política de um primo dela para Vereador em Fortaleza-CE e sempre que podia estava com ela fazendo a divulgação, o qual, esse primo foi eleito. E assim, se repetiu por vários pleitos eleitorais. Em 1990, fui designado pela Marinha do Brasil, para servir em Natal/RN. Em 1993 entrei na Polícia Militar como Soldado; após o curso de formação, já fui para Companhia de Trânsito. Foi quando começou minha paixão para a área de trânsito, assim como lidar diretamente com o público. Em 1998 formado Sargento, período em que comecei a ministrar aulas de legislação de trânsito, envolvendo-se mais ainda com o público. Fui aceito numa autoescola na Zona Norte de Natal, ministrando aulas teóricas e práticas, daí também fui aceito pelo SENAI, hoje CTGÁS. Em 2002, fui convidado para ser Consultor de Trânsito, da FENASDETRAN (Federação Nacional das Associações de DETRANS), sediada em Salvador/BA, até nos dias de hoje. Em resumo, passei por várias entidades entre autoescolas, DETRAN, Prefeituras da Grande Natal e empresas, tudo referente a cursos, estágios e palestras na área de trânsito em geral. Portanto, vejo que tenho capacidade para a vida pública na Política.

JCN - Quais seus projetos em benefício da comunidade que farão parte de sua futura pré-candidatura?
SUBTENENTE VALLE – Inicialmente, penso em encabeçar TRÊS PILARES: PARA O PÚBLICO EM GERAL - Além dos projetos quanto a estrutura e o crescimento populacional de Natal, penso dar ênfase a Mobilidade Urbana: promover discussões com especialistas quanto à fluidez, assim como estacionamentos nas áreas comerciais de Natal, além de revê as faixas exclusivas para determinados tipos de veículos e, também revê pontos imprescindíveis para segurança dos pedestres, referente a faixas próprias e construção de passarelas. Também, auxiliar na sinalização de trânsito em geral, quanto as vias preferenciais, rotatórias, etc, já que sou Consultor e Instrutor de trânsito, a pouco mais de 20 anos na área.
PARA A SEGURANÇA PÚBLICA - Fortalecer a base da Segurança Pública; saber de perto como está a Guarda Municipal, assim como os Agentes de Trânsito, estes são os responsáveis pela segurança de Natal, seja direto e indiretamente.  
PARA O PÚBLICO DE CFC (AUTO ESCOLA) - Valorizar instrutores de Trânsito, diretores geral e de ensino, revisar legislação específica quanto aos direitos desse trabalhador, inclusive, promover discussões para redução de taxas referente ao credenciamento e/ou renovação, juntos aos órgãos competentes.
Pelo menos uma vez em cada mês, levar serviços sociais em bairros diferentes (tais como: dentista, exames rápidos, cabeleireiro, orientação jurídica, psicólogo, lazer para todas as idades, entre outros). Sei que existe e, tiro o chapéu para esse feito, mas quero também fazê-lo. Reforço, em todos os bairros. 
   
JCN - Quais são as propostas que você julga essenciais para a sua futura pré-campanha?
SUBTENENTE VALLE – A priore, ESTRUTURAL e MOBILIDADE URBANA.

JCN - Qual Bandeira que defenderá?
SUBTENENTE VALLE – Melhoria para cidade de Natal, em todos os sentidos, independente da possível votação, tentar tirar essa imagem perversa de que a Zona X é melhor que a Zona Y.

JCN - O pré-candidato é conhecedor dos problemas que afetam a cidade? Quais precisam ser tratados com prioridade?
SUBTENENTE VALLE – Sim. Cheguei a Natal, em 1990, desde então, venho acompanhando toda transformação que a cidade vem sofrendo, tanto no crescimento populacional, como estrutural e, até mesmo comportamental. Desses três, o estrutural merece atenção de todos os envolvidos, no que diz respeito a saneamento básico tendo seu início e término.  Se eleito, penso em tratar com futuros colegas, sobre os pontos de alagamentos que a tempo a cidade vem sofrendo. Ainda de ordem estrutural, a Mobilidade Urbana, calo de todo centro urbano, que se faz necessário ser tratado desde a educação, engenharia, fiscalização e análise de resultados. Neste sentido, soluções para estacionamentos devidamente sinalizados e monitorados, semáforos inteligentes, cruzamentos devidamente sinalizados, principalmente com via superior a outra em relação a fluxo de veículo, rotatórias físicas, faixas exclusivas que comporte os profissionais não só dos transportes públicos, mas também o taxista e o motofretista que servem direta ou indiretamente a sociedade natalense.  Outro ponto que merece atenção é quanto à segurança pública de Natal, é primordial que seja espalhado pela cidade, monitoramento por câmeras 24 horas, inclusive nos locais de maior movimento e também em locais que é corriqueiro ações ilícitas. Neste sentido saber também das necessidades dos profissionais da segurança pública de Natal, a guarda Municipal e o Agente de Trânsito.

JCN - Como senhor pretende atuar se eleito for?
SUBTENENTE VALLE – Sendo efetivo na real função, sendo ético, e sempre se reportando para a sociedade.

JCN - Qual mensagem gostaria de deixar?
SUBTENENTE VALLE – Não desista, há luz no fim do túnel, essa luz se chama esperança, esperança por uma Natal melhor.


Nilberto Galvão fala sobre sua intenção à pré-candidatura de Vereador em Parnamirim


O primeiro entrevistado da série é Nilberto Ferreira Galvão, postulante à pré-candidatura de Vereador em Parnamirim.  
Durante a entrevista o futuro pré-candidato falou sobre a sua intenção de representar Parnamirim na Câmara Municipal na qualidade de Vereador.
Confira a entrevista completa!
Com 54 anos, casado, três filhos, nasceu em Galinhos/RN, e ainda criança mudou-se para Natal. “Aos oito anos atravessei a Rio Aratuá na canoa de Pai Neném e vim para Natal, onde comecei a minha luta”, relembrou.
Servidor Público Federal é graduado em Farmácia, especialista em Análises Clínicas e pós-graduado em Mercado de Capitais e Administração Financeira.

JORNAL CLARIM NATAL - Por que pretende se lançar como pré-candidato a vereador de Parnamirim?  
NILBERTO GALVÃO - Por entender que posso contribuir com desenvolvimento e melhoria da qualidade de vida das pessoas que residem em nosso município.

JCN - Filiado a qual Partido?
NILBERTO GALVÃO - Não sou filiado a nenhum Partido atualmente. Já fui filiado ao PDT, mas, por discordar do alinhamento político do Partido resolvi me afastar.  

JCN - Quando deu início a sua vocação política?
NILBERTO GALVÃO - Minha vocação política iniciou desde criança, quando já acompanhava as articulações políticas de meu pai em Galinhos.  


JCN - Qual é a sua visão de politica?
NILBERTO GALVÃO - Minha visão política é de centro esquerda. Luto para que todos tenham igualdade social e econômica. pacifista, humanista e defensor do meio ambiente e de uma vida sustentável.

JCN - Quais são as suas expectativas para o período eleitoral de 2020?
NILBERTO GALVÃO – As expectativas são bastante otimistas para 2020. Entendo que as experiências vividas nestes últimos anos têm nos mostrado que é urgente retomar o equilíbrio e o diálogo para que se possa construir caminhos possíveis para retomada de um Governo legítimo e com capacidade de avanços sociais, econômicos e culturais.

JCN – Em sua opinião, qual é o papel do vereador?
NILBERTO GALVÃO – O Vereador é um representante de uma parcela da sociedade. Ele tem inúmeras funções. Fiscalizar as ações do Executivo Municipal, propor leis, promover discussões e debate entre a sociedade civil organizada e o poder legislativo, além de intermediar demandas de sua comunidade com os poderes constituídos, de modo a buscar soluções que minimizem os seus problemas, lhes proporcionando o bem-estar social.

JCN – Como está hoje a aceitação ao seu nome nas ruas do município?
NILBERTO GALVÃO – O meu nome vem sendo colocado no cenário político do município por iniciativa das pessoas amigas que percebem em mim um agente capaz de representá-los bem no âmbito político-partidário.

JCN – Qual a sua história de vida, no que se refere à sua atuação de pública?
NILBERTO GALVÃO – Sempre estive nos bastidores, militei nos movimentos sociais, fui dirigente sindical por dois mandatos no Sindicato dos Servidores da UFRN, fui dirigente por dois mandatos no plano de saúde dos servidores da UFRN e IFRN. Fui também presidente da AFURN (Associação dos Funcionários da UFRN), atuei por dois mandatos como Conselheiro titular do Conselho de Curadores da UFRN, dirigente escoteiro e Conselheiro da Cruz Vermelha. Importante salientar que exerci o mandato voluntariamente, sem remuneração financeira nenhuma.

JCN – Quais seus projetos em benefício da comunidade?
NILBERTO GALVÃO – Não atuei em projetos específicos em uma comunidade, mas sim em projetos de longo alcance como a expansão e promoção do Projeto Escotismo na Escola.  

JCN – Quais projetos farão parte de sua futura pré-candidatura? Cite os principais.
NILBERTO GALVÃO – Projetos de Expansão Acadêmica a todos os cidadãos. Criar projeto e parcerias para geração de emprego na área de Ciências e Tecnologia.

JCN – Quais são as propostas que você julga essenciais para a sua futura pré-campanha?
NILBERTO GALVÃO – Tenho uma proposta simples de atuação parlamentar, trabalho, comprometimento e seriedade na minha prática política.

JCN – Qual Bandeira que defenderá?
NILBERTO GALVÃO – A minha bandeira é a Justiça Social, onde defenderei a melhoria da qualidade de vida das comunidades e consequentemente do cidadão. Educação, desenvolvimento social e geração de oportunidades.

JCN – O pré-candidato é conhecedor dos problemas que afetam a cidade? Quais precisam ser tratados com prioridade?
NILBERTO GALVÃO – Sou morador de Parnamirim há 21 anos, tenho acompanhado o crescimento da cidade e observado o aumento dos problemas proveniente desse desenvolvimento. Aumento da violência, desemprego, falta de qualificação dos jovens que impacta na sua perspectiva de vida e a baixa qualidade dos servidores públicos, são os que considero prioritários. Porém, há muitos outros.

JCN – Como senhor pretende atuar se eleito for?
NILBERTO GALVÃO – Se eleito for centralizarei minha atuação na área da Educação, Desenvolvimento Sustentável e Justiça Social.

JCN – Qual mensagem gostaria de deixar?
NILBERTO GALVÃO – Minha mensagem final é de otimismo. Há sempre uma maneira de se fazer o bem, basta dedicação e uma enorme vontade de servir.












Clarim Natal inicia série de entrevistas com postulantes a futuros pré-candidatos nas eleições municipais de 2020

A partir desta edição o Jornal Clarim Natal dá início a uma série de entrevistas com pretendentes a futura pré-candidatura de Vereador(a) e/ou Prefeito (a) nestas eleições de 2020.
A intenção é levar ao eleitor mais informações dos nomes que almejam se apresentar para a disputa eleitoral.
Nossos primeiros entrevistados serão os postulantes à pré-candidatura a Vereador Nilberto Ferreira Galvão (Parnamirim) e o Sub-Tenente da Polícia Militar Fábio Valle (Natal).

Fique de olho e confira!

TRE-RN pede aos eleitores que compareçam aos cartórios para emitir, transferir ou regularizar título de eleitor

O momento é favorável para que eles procurem atendimento devido à baixa demanda apresentada nesse início de ano
Foto: TSE
Começo de ano é o período ideal para acertar as pendências com a Justiça Eleitoral. O Tribunal Regional Eleitoral do Rio Grande do Norte pede aos  eleitores que  não deixem para a última hora a regularização do título, a transferência de domicílio e o alistamento eleitoral e busquem um dos postos de atendimento disponíveis. 
O momento é favorável para que eles procurem atendimento devido à baixa demanda apresentada nesse início de ano.   
Os eleitores que  precisam regularizar sua situação, emitir o título pela primeira vez ou realizar a transferência de domicílio deve procurar atendimento nos Cartórios Eleitorais, de segunda à sexta, das 8h às 13h, durante o mês de janeiro.
Em Natal, além dos Cartórios instalados no Fórum Eleitoral da Avenida Rui Barbosa, Tirol, existem ainda postos de atendimento no Shoppings, Centrais do Cidadão e na Antiga sede do TRE, no Centro da Cidade, próximo a parada Metropolitana. 
O prazo para emissão de novos títulos e para regularizar a situação termina até o dia 6 de maio de 2020, período do fechamento do Cadastro Eleitoral de todo o país. 

Postos de Atendimento na capital
De segunda a sexta, das 9h às 20h:

- Central do Cidadão Shopping Via Direta;
- Posto Shopping Estação( Zona Norte);
De segunda a sexta, das 8h às 13h
- Cartórios  instalados no Fórum Eleitoral  da Rua Rui Barbosa
- Posto de Atendimento instalado na Antiga sede do TRE, na Cidade;
- Central do Cidadão do Alecrim


O Porteiro do Prostíbulo

Foto: Divulgação
Não havia no povoado pior ofício do que 'porteiro do prostíbulo'. Mas que outra coisa poderia fazer aquele homem? O fato é que nunca tinha aprendido a ler nem escrever, não tinha nenhuma outra atividade ou ofício.

Um dia, entrou como gerente do prostíbulo um jovem cheio de ideias, criativo e empreendedor, que decidiu modernizar o estabelecimento. Fez mudanças e chamou os funcionários para as novas instruções.

Ao porteiro disse: - A partir de hoje, o senhor, além de ficar na portaria, vai preparar um relatório semanal onde registrará a quantidade de pessoas que entram e seus comentários e reclamações sobre os serviços.

- Eu adoraria fazer isso, senhor. - Balbuciou - Mas eu não sei ler nem escrever!

- Ah! Quanto eu sinto! Mas se é assim, já não poderá seguir trabalhando aqui.

- Mas senhor, não pode me despedir, eu trabalhei nisto a minha vida  inteira, não sei fazer outra coisa.

- Olhe, eu compreendo, mas não posso fazer nada pelo senhor. Vamos dar-lhe uma boa indenização e espero que encontre algo que fazer. Eu sinto muito e que tenha sorte.

Sem mais nem menos, deu meia volta e foi embora.

O porteiro sentiu como se o mundo desmoronasse. Que fazer? Lembrou que no prostíbulo, quando quebrava alguma cadeira ou mesa, ele a arrumava, com cuidado e carinho. Pensou que esta poderia ser uma boa ocupação até conseguir um emprego. Mas só contava com alguns pregos enferrujados e um alicate mal conservado. Usaria o dinheiro da indenização para comprar uma caixa de ferramentas completa.

Como o povoado não tinha casa de ferragens, deveria viajar dois dias em uma mula para ir ao povoado mais próximo para realizar a compra. E assim o fez.

No seu regresso, um vizinho bateu à sua porta: - Venho perguntar se você tem um martelo para me emprestar.

- Sim, acabo de comprá-lo, mas eu preciso dele para trabalhar ... já que...

- Bom, mas eu o devolverei amanhã bem cedo.

- Se é assim, está bom.

Na manhã seguinte, como havia prometido, o vizinho bateu à porta e disse: - Olha, eu ainda preciso do martelo. Porque você não o vende para mim?

- Não, eu preciso dele para trabalhar e além do mais, a casa de ferragens  mais próxima está a dois dias de viagem sobre a mula.

- Façamos um trato - disse o vizinho. Eu pagarei os dias de ida e volta  mais o preço do martelo, já que você está sem trabalho no momento. Que lhe parece? Realmente, isto lhe daria trabalho por mais dois dias.... aceitou. Voltou a montar na sua mula e viajou. No seu regresso, outro vizinho o  esperava na porta de sua casa.

- Olá, vizinho. Você vendeu um martelo a nosso amigo. Eu necessito de algumas ferramentas, estou disposto a pagar-lhe seus dias de viagem, mais um pequeno lucro para que você as compre para mim, pois não disponho de tempo para viajar para fazer compras. Que lhe parece?

O ex-porteiro abriu sua caixa de ferramentas e seu vizinho escolheu um alicate, uma chave de fenda, um martelo e uma talhadeira. Pagou e foi embora.   E nosso amigo guardou as palavras que escutara: 'não disponho de tempo para viajar para fazer compras'.

Se isto fosse certo, muita gente poderia necessitar que ele viajasse para trazer as ferramentas. Na viagem seguinte, arriscou um pouco mais de dinheiro trazendo mais ferramentas do que as que havia vendido. De fato, poderia economizar algum tempo em viagens.

A notícia começou a  se espalhar pelo povoado e muitos, querendo economizar a viagem, faziam  encomendas. Agora, como vendedor de ferramentas, uma vez por semana viajava e trazia o que precisavam seus clientes.

Com o tempo, alugou um galpão para estocar as ferramentas e alguns meses depois,  comprou uma vitrine e um balcão e transformou o galpão na primeira  loja de ferragens do povoado.

Todos estavam contentes e compravam dele. Já não viajava, os fabricantes  lhe enviavam seus pedidos. Ele era um bom cliente.
Com o tempo, as pessoas dos povoados vizinhos preferiam comprar na sua loja de ferragens, a ter de gastar dias em viagens.

Um dia ele lembrou de um amigo seu que era torneiro e ferreiro e pensou que este poderia fabricar as cabeças dos martelos. E logo, por que não, as chaves de fendas, os alicates, as talhadeiras, etc . . . E após foram os pregos e os parafusos...

Em poucos anos, nosso amigo se  transformou, com seu trabalho, em um rico e próspero fabricante de ferramentas.

Um dia decidiu doar uma escola ao povoado. Nela, além de ler e escrever,  as crianças aprenderiam algum ofício. No dia da inauguração da escola, o prefeito lhe entregou as chaves da cidade, o abraçou e lhe disse: - É com grande orgulho e gratidão que lhe pedimos que nos conceda a honra de colocar a sua assinatura na primeira página do livro de atas desta nova escola.

- A honra seria minha - disse o homem. Seria a coisa que mais me daria prazer, assinar o livro, mas eu não sei ler nem escrever, sou  analfabeto.

- O Senhor? - Disse o prefeito sem acreditar. O senhor construiu um  império industrial sem saber ler nem escrever? Estou abismado.  Eu pergunto: - O que teria sido do senhor se soubesse ler e escrever?
- Isso eu posso responder. - Disse o homem com calma. Se eu soubesse ler e escrever... ainda seria o PORTEIRO DO PROSTÍBULO!

Geralmente as mudanças são vistas como adversidades. As adversidades podem  ser bênçãos. As crises estão cheias de oportunidades.

Se alguém lhe bloquear a porta, não gaste energia com o confronto, procure as janelas. Lembre-se da sabedoria da água: 'A água nunca discute com seus obstáculos, mas os contorna'.

Que a sua vida seja cheia de vitórias, não importa se são grandes ou pequenas, o importante é comemorar cada uma delas.

Quando você quiser saber o seu valor, procure pessoas capazes de entender seus medos e fracassos e, acima de tudo,  reconhecer suas virtudes.

Isso realmente é verídico, contado por um grande industrial chamado... Sr. Carlos Tramontina.

Pode não ser a história dele, mas é de se pensar.